Epichurus

Natação e cia…

Quanto Duram Amizades em Bauru

Pouco antes de pegar a estrada no último feriado de 1o de Maio eu me perguntava como recomeçar conversas interrompidas há mais de vinte anos. Depois de décadas, iríamos reunir novamente a equipe de natação da ALBB – Associação Luso Brasileira de Bauru, que nadou sob a tutela do Sidney Aparecido da Silva entre os anos 70 a 90.

A foto de 1988 a ser reproduzida (mais ou menos)

A foto de 1988 a ser reproduzida (mais ou menos)

Acho que a idéia de um “Churrasco da Luso’ começou uns meses atrás, com umas conversas em redes sociais. Em seguida, surgiu um pequeno grupo no WhatsApp, que foi crescendo até reunir mais de 60 ex-nadadores de Bauru, hoje espalhados por aí. Em comum, todos tinham conhecimento profundo da predileção do Sidão pelos 10×400 livre as segundas e 12×200 borboleta para criar base na galera. Acho que graças a animação da turma e do Carlos Kleberson, Piffer, Sidão, Zé Guilherme e Rufino, logo o evento foi proposto, organizado e confirmado com precisão.

Meio ansioso, acordei as 4:30 da madrugada, como se tivesse uma agenda e convenci minha família a pegar a estrada antes do sol nascer. Meu irmão viria também com a família logo atrás, seguido pelo Andreghetto, Renatinho e outros. A essa hora, o Frederico “Fred” Prudente Marques, vindo de Goiânia, já estava mais ou menos na metade do caminho, também com a família e no mesmo rumo. O Dalciro, vindo de Cuiabá, ainda estava pegando aviões e ônibus, e só chegaria na madrugada seguinte. Além desses tinha o Fabio Mohallen que vinha de Ilha Solteira, o Pop e o Marquinhos de Sorocaba, o Edson “Baixinho” estava vindo de Ourinhos, Pedrazzi de Mocóca e outros tantos vinham não sei de onde para encontrar a turma em Bauru.

Chegar cedo foi ótimo, pois pudemos levar as crianças para um café com pão na chapa na Padaria Copacabana, do meu amigo “Indião” (Rodrigo Camargo – que infelizmente estava viajando na data), seguida de um passeio, que incluiu o Aeroclube, minha escola – EE Prof. Silverio São João e parmeggiana na Camponesa, já com a família do meu irmão. O dia rendeu muito e a tarde ainda fomos ao Zoológico (que está ótimo!) e depois para um Happy Hour, com a galera que já havia chegado em Bauru. Foi muito legal tomar um chopp e começar a rever os grandes amigos de infância como Zé Guilherme Real Dias, José Ronaldo Rufino, Pedrazzi e os irmãos Tosi, assim como os coaches Sidão, Baixinho e Barbosa, que não via havia tanto tempo. Acho que a turma mais da idade do meu irmão compareceu ainda mais, com o Piffer, Paulo Pop Abdo, Mohallen, Marquinhos, Luiz Rodrigo, Paula Ferratone, Renata Salles, Emília e outros.

No fim da baladinha, a ‘molecada’ e os fortes (eu não) ainda foram para o grande Esquinão, comer um Bauru de verdade… E aí, um pequeno milagre de reencontro aconteceu: Encontraram o Eduardo Kawaguti (Kavinha), que ninguém via há anos saindo da lanchonete! Sensacional encerramento para o primeiro dia do evento!

No dia seguinte, a festa continuou: Todos com a camisa do encontro, fomos para a piscina da Luso – a única coisa que restou do nosso outrora glorioso clube. A piscina mudou muito: Está mais larga, mais rasa, sem faixas no fundo… Fora o fato de que não há mais um clube ao redor dela (totalmente demolido).  Hoje aquela piscina é usada principalmente num grande projeto de Pólo Aquático que deve tornar Bauru uma super potencia no esporte, ironia off… Até técnico húngaro os caras tem. Tiramos várias fotos contra o sol – para desespero do pai do Kavinha – e depois uma ótima foto, reproduzindo a foto da equipe em 1988. Uns curioso como eu, aproveitaram para uma nadada rápida visando matar a saudade. Foi meio estranho. A piscina definitivamente já não é mais a mesma. Tem outros donos e outros fins. Que seja boa para a molecada como foi pra nós.

Seguimos todos para o churrasco na Luso de Campo – um clube que na verdade eu não conhecia. Pudemos constatar que dificilmente uma nova equipe de alto nível surgirá desse clube: Com muito espaço, campos de futebol, ginásio, bosque e uma piscina gigante em forma de ameba (com quase ninguém nadando, apesar do calor), não possui nenhuma piscina de treino… Mas nem falamos disso. Passamos a tarde rindo e lembrando histórias da época paradoxal em que tínhamos medo do nosso técnico e ao mesmo tempo nos achávamos invencíveis. Acho que tivemos o azar de viver e treinar numa época de volume brutal, mas a sorte de termos um ambiente sério, mas menos profissional na natação… Falamos muito da alegria de terminar cada tarefa dada e de como aqueles desafios nos deixaram memórias permanentes. Compartilhamos também histórias de dor e choro durante os treinos, onde tínhamos tanta raiva das exigências do Sidão que em certos momentos parecia que ele seria sempre um carrasco e náo o velho amigo admirado, que se tornou hoje. Não que ele seja uma unanimidade entre ex-nadadores… Que técnico poderia ser? Treinar com ele não era para qualquer um e relações de ‘amor e ódio’ não foram incomuns. Ausências eram esperadas e algumas foram sentidas, apesar do clima de festa. Queríamos ter a ‘foto completa’, mas ainda não foi desta vez. Dos que foram, achei todos muito bem, apesar de pouquíssimos ainda nadarem regularmente: Apenas uns 3 ou 4 em mais de trinta. Mas, os vários leitores do Epichurus me garantiram querer ser Pebas novamente (ou Rebas como se diz em Bauru), o que pareceu promissor.

A época da natação na Luso foi muito marcante para a cidade de Bauru e para todos nós, por isso foi legal ver meus bons amigos. De uma forma ou de outra, acho que aquela época nos ajudou a criar coragem e resiliência. Ou talvez (mais alinhado com a teoria de Pacheco) aqueles treinos duros nos ajudaram a encontrar essas nossas qualidades. Fico pensando que talvez no próximo encontro tenhamos ainda mais gente para deixar Epicuro ainda mais orgulhoso. Só espero que não demoremos mais 23 anos para conseguir tal feito novamente.

Quanto a dúvida inicial de como continuar os papos interrompidos há duas décadas, não tenho uma resposta boa. Falando com meu irmão no retorno, concluímos que de certo modo foi como se nunca tivéssemos parado de conversar.

Sobre Rodrigo M. Munhoz

Abrace o Caos... http://abraceocaosdesp.wordpress.com

42 comentários em “Quanto Duram Amizades em Bauru

  1. rcordani
    11 de maio de 2015

    Caramba, Munhoz, eu já sabia que vinha esse post mas não imaginava que ia ficar tão bom.

    Realmente essa equipe de Bauru fez um belo estrago na nossa época. O primeiro que eu lembro foram as moças que nadavam com a minha irmã – Marcilene, Carla – depois o sr. e o Fabricio, que foi para alguns JUBs comigo (aliás cadê o cidadão?), o Zé Guilherme que ficou na minha casa em um Interfederativo e ainda os que foram depois para o Paineiras, como a Paula e o Fabio (além da sua pessoa).

    Realmente fazer 10×400 junto toda segunda feira torna a amizade mais forte, acho. Inclusive o William também gostava muito desse warm-up semanal.

    Excelente post, ficando o zoo como LL. Zoológico já era!

    OBS: podia colocar no post aquela foto de 1988 para comparar. (correção – opa, acabo de ver a foto lá em cima)

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Valeu, R.
      Para ser 100% justo, nâo era toda segunda que tinha 10×400, mas foi extrememamente frequente por um bom tempo…
      O Zé Guilherme que vc conheceu bem, ainda é considerado nosso capitão em Bauru e foi um dos patrocinadores da camiseta da galera. Temos que combinar uma competiçāo PEBA X REBA pra ver o que acontece. Enquanto ao zoo, como sempre foi HL, junto com o nāo citado churros da Pça da Paz! Meu colesterol nāo melhorou nesse fim de semana…

      • Gustavo Pedrazzi
        11 de maio de 2015

        Cordani, o Fabrício retornou as piscinas e o encontrei em uma competição em Campinas há um mês atrás…um pouco fora de forma mas animado!!!

  2. Aécio
    11 de maio de 2015

    O Marcelo Kawaguti passou uns tempos em Campinas, onde treinou conosco no Tênis Clube. Isso há uns 8 ou 9 anos. Depois o reencontrei quando me meti a treinar um pouco de Tênis de Mesa numa Academia daqui. Olha, o cara é melhor na raquete que na piscina!

    • CK Ferreira
      11 de maio de 2015

      O Cawinha e bom em td que faz.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Oi Aecio! No “Milagre do Esquinäo” me referia ao Eduardo Kawaguti, irmāo mais velho do Marcelo, mas os dois eram muito bons no ping pong mesmo! O Eduardo já apareceu nesse… Agora falta o Marcelo ir ao proximo. Abraços!

  3. Rodrigo C Barros
    11 de maio de 2015

    Munhoz,
    Lembro-me da Piscina do Luso vagamente.
    Mas rever os amigos desta época deve ser realmente sensacional.
    Lembro também de algumas figuras, não com a memoria de elefante do Sr. Renato Cordani , inclusive o Fabricio esteve no Alabama , junto comigo ,Renato Cordani , Arara( Fabio Mello), Dalton Uerara. Salsicha(Luis Eduardo Prado de Pinho)
    A amizade desta época acredito que seja a mais sincera de todas que já tivemos na vida .
    Muito Bom revê-los.
    Abraço a todos.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Realmente as amizades dessa época mascara e ficaram até hoje ao que parece… O sofrimento e otimas viagens juntos devem ter ajudado, mas a idade era a chave. Se bem que tenho também muito boas amizades, formadas alguns anos mais tarde aqui em SP, boa parte dessa turma que vc lembrou… Gente boa da nataçāo! Abraços!

  4. Paulo Abdo
    11 de maio de 2015

    Rodrigo, esse post juntamente com o encontro mostra um pouco a união dessa equipe enquanto treinávamos. Os momentos em que estivemos treinando foram marcantes a ponto de lembrar das mais simples até as mais difíceis séries. O esforço de todos para comparecer ao encontro mostrou que ainda somos unidos e que aquela equipe da LUSO, depois SESI/MOINHO DE VENTO, ficou marcada na lembrança de cada integrante.
    Abraços. Paulo POP Abdo.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Faala, Pop! Foi muito legal realmente ver a galera novamente. E acho que vc era um dos mais animados nesse encontro, junto com Marquinhos, Piffer, CK, Renatinho e meu irmão vcs eram uma turminha animada e continuam sendo ! Show!

  5. Marcelo Piffer
    11 de maio de 2015

    Boa Rodrigo. Ficou muito bom o post. Parabéns. Acredito que a natação nos ensinou e desenvolveu algumas virtudes que nos complementam agora na vida adulta tais como determinação, o que é competir, ganhar, perder, repetir a exaustão para melhorar e etc. Mas neste reencontro o que ficou claro para mim foi a satisfação que estavam todos em estarem juntos novamente. Como vc bem diz, parece que nunca deixamos de conversar, parece que fomos para casa dormir depois de um treino até as 20:00hs e já estávamos lá na piscina novamente para aquele treino das 5:00AM.
    Com certeza repetiremos este “evento” mais vezes e quem sabe o colocaremos na nossa “Agenda Cultural”.
    Abraços a todos os Amigos da Natação.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Piffer, obrigado por agitar o encontro e a parte do churras! Foi show! Gostei de conhecer tua família também e espero colocarmos o papo em dia mais frequentemente de agora em diante! abratz!

  6. Fabio Mohallem
    11 de maio de 2015

    Excelente texto redigido pelo Rodrigo Modena Munhoz, contou tudo que aconteceu naquele final de semana maravilhoso, quem não esteve presente teve uma idéia de como foi pelo texto. Pessoas maravilhosas, papo muito bom e uma festa super organizada. Somente quem fez parte dessa equipe maravilhosa como LUSO e um técnico como Sidão sabe o que estou dizendo, Superação e Amizade, abração a todos.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Grande companheiro Mohallem! Não deu pra contar “tudo-tudo”, até porque não caberia num post e eu tomaria pito da diretoria… mas foi divertido pra caceta! Só quem esteve lá sabe! Ouvi falar que o proximo encontro será em Ilha Solteira, procede??!! Forte abrtz

  7. CK Ferreira
    11 de maio de 2015

    Realmente foi como se nunca tivessemos nos afastados uns dos outros Rodrigo. Me atrevo a dizer que o Sidão é ‘pai de uma imensa família’ e eu tenho muito orgulho de fazer parte dela.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      CK, Eu tambem me orgulho de fazer parte dessa turma e certamente o Sidao foi e ainda e’ um fator agregador na nossa historia. Tambem gostei muito de ver o seu pequeno Theo acho que era o mais jovem participante do evento 🙂 . Parabens pelo moleque!

  8. Digão (Luiz Rodrigo)
    11 de maio de 2015

    Rodrigo, excelente lembrança para todos nós! Foi muito gratificante encontrar cada um de vocês! A maioria mudou um pouco ao longo dos anos! Mas o espírito de luta continua a todo vapor! Que os próximos encontros não demorem a acontecer! abraços a todos. Digão

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Digão, foi show mesmo, mas pra vc eu digo uma coisa… Vamos nadar pelos Pebas ? Mantenhamos o contato! Abrtz!

  9. jose ronaldo rufino da silva
    11 de maio de 2015

    Rodrigo, este texto retratou e conseguiu passar a emoção vivenciada por uma amizade incondicional e raramente vista, e que o tempo não apaga nunca. Forte abraço!

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Boa, Rufus! Com certeza, certas lembrancas sao mesmo indeleveis. Mas o bacana tambem sao as novas memorias sendo criadas. Nossas filhas se deram super bem, por exemplo, e foi muito legal ver a conexao delas ali no churrasco. Precisamos dar continuidade. Quando vierem a SP, avisa, ok? Abrtz!

  10. Luiz Carlos Pessoa Nery
    11 de maio de 2015

    Parabéns pelo texto Rodrigo, rico em detalhes e pontos importantes que podem ser discutidos inclusive academicamente. Parabéns

  11. josé luis g. castilho
    11 de maio de 2015

    Essa eu não fui. Na próxima eu não falto !!!

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Dr Zé, voce fez falta no evento… tudo bem que vou te ver em Ribeirão Preto, como manda a tradição dos Pebas, mas só espero que esteja tudo bem e que não fure na próxima! abrtz!

  12. Julio Rebollal
    11 de maio de 2015

    Parabéns pelo post Rodrigo!

    Tive a oportunidade de viajar com o Sidão, Fabrício Pedro, Fernada Feitosa e Verônica Rodrigues para assistir a Olimpíada de Los Angeles. O Sidão cuidou de todos como se fossemos seus filhos.

    Pude reencontrá-lo em Bauru, no ano de 1993, quando estava fazendo pós-graduação Lato Sensu na USP (93, 94 e 95).

    Já em 2003, ele dormiu aqui em casa quando esteve em Belo Horizonte.

    Técnico rigoroso, apaixonado e defensor ferrenho de seus atletas!!

    Pena que o clube acabou…vida que segue. Pelo menos as lembranças são boas!!

    Parabéns para todos da Equipe do Luso!

    Forte abraço.

    • Julio Rebollal
      11 de maio de 2015

      Perdão, da Luso!

      • Rodrigo M. Munhoz
        11 de maio de 2015

        Valeu, Julio! Não sabia dessa tua passagem por Bauru (eu morava nos EUA nessa época), mas lembro bem das historias do Fabricio e do Sidão após as Olimpiadas de LA… Lembro até da jaqueta de nylon (amarela, acho) das Pernambucanas – que achava muito legal! Um abração!

  13. Gustavo Pedrazzi
    11 de maio de 2015

    Munhoz, ótimo texto e sensacional o nosso encontro. Também desfrutei da ansiedade pré-encontro como você e talvez pelos mesmos motivos. Mas realmente foi bem interessante a sensação de que a conversa parecia não ter terminado (excelente colocação). Talvez o rigor do Sidão e de seus treinamentos fortaleceram os laços de amizade entre essa turma e as tornaram eternas… e o mais legal é que meu filho voltou animado para as práticas esportivas…

    Quanto a foto acima (camisa azul) não seria de 84?!?!?

    Esperamos que outros encontram possam acontecer com mais participantes….

    Grande abraço e esse PEBAxREBA seria legal heim….hehehe….levantamento de copo arrisco dizer que os REBAS ganhariam…..tinham uns profissionais lá mas não irei citar os nomes……

    • Gustavo Pedrazzi
      11 de maio de 2015

      Encontros…

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Meu caro Pedrazzi – meu atual arqui rival nos 200 Medley 40+ ! Fiquei feliz que conseguimos nos conectar meio que em cima da hora e que vc pode ir com a familia tambem! Molecada se amarrou no futebol no campão com te filho…
      Quanto ao halterocupismo, os Rebas de Bauru são bons, mas eu não subestmaria os Pebas não…
      Abraços e até breve!

  14. Sidney
    11 de maio de 2015

    Rodrigo excelente texto relatando que foi nosso encontro.
    Tenho somente uma certeza. A amizade a cumplicidade dos tempos de criança e atletas, são as verdadeiras e que ficam eternamente.
    Parabéns a todos…Senti realmente que a historia de vocês esta apenas recomeçando. Voces foram excelentes atletas no passado.

    Mas , na verdade tenho orgulho das pessoas que vocês são hoje.

    • Rodrigo M. Munhoz
      11 de maio de 2015

      Caro Sidão, fica aqui o meu agradecimento por possibilitar não apenas boas lembranças, mas também parte importante da educação de toda uma geração de nadadores e atletas de Bauru! Obrigado por investir tanto da sua vida nessa turma – sei que em muitas ocasiões isso não foi nada simples. Fico contente de saber que vc ainda curte estar com esse grupo que aprendeu tanto contigo.
      Valeu também por orquestrar e ajudar a organizar esse encontro que deve ser o primeiro de muitos que ainda virão!
      Um grande abraço e tudo de bom!

  15. Marcos d'Avila (Marquinho)
    12 de maio de 2015

    Rodrigo, seu post foi um retrato fiel ao dia do encontro!!! Parabéns!!! Assim como você bem mencionou, também fiquei bem apreensivo com o encontro e por pouco não pude ir. Felizmente participei da primeira grande festa e fiquei muito feliz e emocionado de rever os amigos da natação e me orgulho muito em dizer que alguns conheci por volta de meus 5 anos!!! Ah, sua família é show heim… assim como a família de outros amigos que lá estavam. Infelizmente não pude levar minha esposa e filho nesse churrasco, mas certamente irão no próximo! Aos organizadores, parabéns a festa foi maravilhosa… Ao Sidão, muito obrigado por nos formar e nortear nosso caráter… aos nossos amigos, fica aqui meu abraço e uma feliz lembrança do fds do churrasco, com gostinho de quero mais!!!
    Forte abraço e até a próxima!!!

    • Rodrigo M. Munhoz
      14 de maio de 2015

      Boa, Marquinhos! Muito legal te ver por lá ! Ainda bem que vc foi, senão iria ficar estranho… e talvez até rolasse um paschu na próxima 🙂 Mas sério agora: Vc é um dos agitadores do WhatsApp, continue assim! E vamos ver botamos as famílias juntas em breve. Abrtz!

      • Marcos d'Avila (Marquinho)
        18 de maio de 2015

        hahaha… ainda bem que fui!
        Rodrigo, cuidado com o que escreve, pode ter novato se empolgando demais para o próximo evento:)

        Quanto ao grupo do whatsapp… a união da turma o torna muito atraente, além disso, é um prazer imenso ler as mensagens… me divirto bastante!!! Abraço.

  16. Robinson Rose Cordeiro
    13 de maio de 2015

    Muito legal esse encontro. Lembrei de várias pessoas nas fotos. Uma pena não ter ficado sabendo desse encontro, pois gostaria muito de rever amigos que conheci na infância. Lembro muito bem do quarteto dos revezamentos formado pelos 4 RS, 3 Rodrigo e Robinson (eu). Quanta Saudades.
    Um abraço a todos.
    Espero participar dos próximos encontros.

    • Rodrigo M. Munhoz
      14 de maio de 2015

      Boa, Robinson! Esse reveza Infantil B da Luso teve muitos sucessos – especialmente no interior! Nos veremos no próximo! Abrtz

  17. Lelo Menezes
    14 de maio de 2015

    Gostoso o texto Munhoz. Eu mesmo só nadei em Bauru uma única vez e interessante que foi lá que ganhei meu único troféu de Índice Técnico com 2´24 nos 200m Peito. Já do Sidão só tenho boas lembranças. Foi ele que me informou, ainda na piscina do Julio Delamare, da minha primeira convocação para seleção brasileira juvenil de 1989. Eu não acreditei. Achei que era “chute” dele, mas ele tava certíssimo!

    • Rodrigo M. Munhoz
      15 de maio de 2015

      Valeu, Lelo. Acho que vc já deve ter nadado na piscina “nova”, com 8 raias, certo? Nao é exatamente esta a piscina da qual me lembro… mas enfim… quanto ao Sidão, acho que ele era bem conectado com os outros técnicos e dirigentes, apesar de não ser de um clube grande (ou talvez isso até ajudasse em algumas circuntancias). Abrtz!

  18. Edson Baixo
    15 de maio de 2015

    Sensacional seu texto Rodrigo. Sintetiza muito bem o que foi e o que é o ambiente na natacao. Este grupo foi muito especiale, como grupo que foi, acabou influenciando tambem na formacao individual de voces. Depois que sai de Bauru fui trabalhar como tecnico da Acel de Londrina e tambem cultivávamos este mesmo ambiente. Tinhamos o hábito de hospedarmos os atletas de fora nas casas dos nossos atletas por ocasiao das competicoes em Londrina e invertíamos esta situacao quando saíamos para outras cidades. As amizades que brotavam e se eternizavam destas acoes eram inumeras, o que prova o ambiente salutar de nosso esporte. Todos nós pudemos comprovar esta amizade neste nosso encontro de Bauru. Foi como se náo estivessemos nos separado. Fazia cerca de 30 anos que eu nao via muitos de voces e foi extremamente gratificante reencontrá-los. Deixei-os ainda praticamente meninos e reencontro-os homens formados. Isso nao tem preço na nossa cabeça de professores. Quero deixar aqui registrado o quanto foi importante para mim reve-los. Confesso que estava muito ansioso por este encontro e maior ainda foi a satisfacao de rever o filme das nossas vidas.
    Espero que este nosso reencontro se firme como um compromisso e fica aqui o convite para fazermos aquela pescaria juntos
    Grande abraço Rodrigo, a vc e a todos desta eterna equipe!!!
    Saudacoes aquáticas

    Edson “baixo”

    • Rodrigo M. Munhoz
      15 de maio de 2015

      Boa, Baixo! Gostei muito de te ver! Vc não mudou nada – continua o mesmo cara boa praça, inteligente e divertido de sempre. Tenho boas lembranças de viagens com você na área: Lembro especialmente de uma moqueca sensacional no clube onde ficamos hospedados (Alvares Cabral talvez) no Brasileiro de Vitória e uma competição em Marília com um finale muito interessante. Boas memórias!
      E sobre essa pescaria aí… fiquei animado! Gosto de mergulhar e acho que ainda sei usar o arbalete. Fiquemos em contato e até a próxima, meu caro!
      Abrtz

  19. Andreghetto
    17 de maio de 2015

    Excelente comentário, realmente externar tudo que passamos não é fácil. Temos uma certeza que Amizades são atemporais e muito importantes na nossa formação e alegria. Parabéns e até o próximo. Abraços

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