Epichurus

Natação e cia…

Minha Olimpíada e a Vingança do 4º Lugar!

Minha Olimpíada não teria adestramento de cavalo, vôlei de praia, hockey de grama, badminton, luta estilo livre, ciclismo BMX e Mountain Bike, ginástica rítmica e de trampolim…

Minha Olimpíada teria menos modalidades.  Nada de duplas no tênis, ping-pong por equipe, salto ornamental sincronizado, menos provas de tiro, pra que carabina deitado se já tem em pé?

Minha Olimpíada não teria restrição à profissionais no boxe e nem a ridícula regra do sub-23 no futebol…

Minha Olimpíada não teria dois bronzes no judô.  Os “bonitões” lutariam pra ver quem fica em 3º…

Minha Olimpíada não teria restrição de dois por prova.  Teria índice igual pra todos.  Fez o índice, tem o direito de nadar, mesmo se numa prova participarem 15 americanos…

Minha Olimpíada não teria o 4×200…

Minha Olimpíada não desclassificaria ninguém na 1ª queimada…

Minha Olimpíada não teria semi-final.  Teríamos eliminatória pela manhã e final à tarde, com exceção dos 800/1500…

Minha Olimpíada teria o 4×100 Peito….uhmmm, brincadeira, não teria não, embora faça mais sentido que o 4×200…

Minha Olimpíada não teria doping, mas essa me parece mais difícil que todas as outras…

Enfim, fiquei pensando em como seria a Olimpíada dos meus sonhos, com menos esportes, menos provas e mais focada nos principais atletas e esportes do mundo.  Sacanagem deixar o 3º americano de fora sendo ele o 3º melhor atleta do mundo.  Eu gostaria que os jogos Olímpicos premiassem realmente os 3 melhores atletas daquele esporte, independente da nacionalidade, status profissional ou regra criada Deus sabe quando e que hoje não faz o mínimo sentido.  E foi ai que cheguei a uma reflexão estranha.  Porque premiamos os 3 primeiros colocados?  Porque não 4 ou 8?  Porque não apenas o campeão, já que convenhamos friamente, o resto é tudo perdedor.  Então o ouro faz todo sentido.  Talvez o único que faz sentido.  A prata tem um “q” de premio de consolação.  O cara que quase chegou la, mas morreu na praia.  Tem como defender vai!  Já o bronze, qual a explicação logica?  Qual a diferença pro 4º lugar, tirando a obviedade que um chegou na frente do outro?  Porque o 3º recebe honras e sai da competição com uma medalha eterna e o 4º colocado não leva nada?  Alias, o 4º colocado é tão frustrante que no fundo, no fundo, melhor ficar em 5º.

Resolvi fazer uma breve pesquisa sobre a historia das medalhas.  Engana-se quem acredita que os antigos jogos olímpicos, que ocorreram no seculo 7 b.c. premiavam com medalhas os vencedores.  Naquela longínqua era, somente o campeão era premiado, e esse levava uma coroa de louros.  A primeira menção do tão cobiçado metal ocorreu no seculo 3 b.c. quando Alexandre, o Grande, decidiu condecorar aliados de guerra com uma medalha de valor.  Durante os próximos 21 seculos, medalhas tiveram basicamente essa finalidade, a de condecorar vitorias militares ou atos heroicos.

Nem mesmo os primeiros jogos da era moderna apresentaram o conceito do ouro, prata e bronze.  Isso ocorreu apenas na terceira edição dos jogos, conforme explica o texto abaixo, retirado de um artigo sobre a historia das medalhas olímpicas, escrito pela consultoria texana Gremmilion Consulting.

“Interestingly, gold medals were not part of the original Greek Olympics, which were first held in 776 B.C. At that time, olive wreaths were presented to the best competitors. It was not until 1896 and the instituting of the “Modern” Olympics when medals were awarded. At that time, first-place winners received a silver award, second-place winners went home with bronze, and third-place winners left empty-handed. Four years later, in 1900, cups, trophies and other prizes were offered in lieu of medals. It is recorded that one track-and-field star accepted an umbrella as a token of his success. In 1904, the tradition of presenting gold for first place, silver for second place and bronze for third place became firmly established.  Both Greek mythology and medieval history have contributed to the choosing of gold, silver and bronze as appropriate award medals. For the Greeks, these metals represented the first three Ages of Man: gold symbolized the Golden Age, when man was purported to live among the gods; silver spoke of a period of prolonged youthfulness, which could last 100 years; and bronze was a reminder of countless heroes around which stories of courage and valor were woven.”

Primeiro Campeão Olímpico da era moderna ganhou medalha de prata!

Primeiro Campeão Olímpico da era moderna ganhou medalha de prata!

Como pode-se ver, a medalha de bronze parece ter sido alguma mamata que inventaram ha 112 anos atrás.  Como não sou muito fã de quem morre na praia, e olha que eu já morri na praia varias vezes, na minha Olimpíada não tem medalha de prata também não.  Só ouro!

Alias, pra não dizer que copiei meus antepassados, que seja uma medalha de platina, que vale mais que o metal dourado…

 

 

31 comentários em “Minha Olimpíada e a Vingança do 4º Lugar!

  1. Rodrigo G
    11 de abril de 2016

    Na minha Olimpíada, todos os finalistas receberiam medalhas, tal qual fazem os Americanos no seu campeonato nacional. Por que? Porque são 8 caras que chegaram onde milhões tentam e ficam pelo caminho. Sair de uma final olímpica sem um objeto que represente o tamanho deste feito é muita sacanagem.

    Do resto, queria também que saíssem alguns esportes para abrir espaço para as provas de 50 estilo, revezamentos 4×50 livre e medley, 100 m cachorrinho… 200 costas com perna de peito… enfim… tudo que aumentasse o programa de provas da natação.

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Sim, os 8 finalistas merecem as honras, mas porque parar por ai? O semi-finalista também chegaram onde milhões tentam e ficam no caminho. O mesmo para quem vai para as Olimpíadas. A mera participação já o diferencia entre milhões de caras que nunca chegaram lá. Se formos premiar feitos que a maioria não conseguiu conquistar, faltaria medalha no mercado…

      Sobre mais provas, sou mais a favor de rever provas. Na minha cabeça o 4×50 faz mais sentido que o 4×100, afinal determinaria o país mais rápido do mundo… Pra que o 1500 se os 800 já determina o melhor fundista e pra mídia, melhor uma prova de 8 minutos do que uma de 15. E assim por diante…

      abs

  2. rcordani
    11 de abril de 2016

    Hehe boa Lelo. Mas eu, que sempre tive mentalidade de “terceiro está bom”, não consigo imaginar uma competição sem o pódium com ouro, prata e bronze. Não mexe nisso não!

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Sim, é difícil pra casseta mexer no que está aí a séculos, mas concorda que não existe um porquê do bronze?

  3. Rodrigo M. Munhoz
    11 de abril de 2016

    Meio sacana, mas acabo concordando com algumas de suas idéias, Lelo!
    Mas no fundo, eu gosto do critério de popularidade mínima global do esporte como critério para entrar na Olimpíada… Tem gosto pra tudo. O publico assistindo e a audiencia de cada esporte define as recompensas “reais” aos atletas no fim das contas.
    Abrtz!

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Eu já acho que o critério para entrar nas Olimpíadas deveria ser o contrário, popularidade máxima, por isso sou contra Hockey de Grama, Badminton, etc. Um esporte para se tornar olímpico deveria ter no mínimo 50 anos de tradição internacional (Competições) e ser difundido no mundo todo. Porque colocaram vólei de praia (Desculpe os adeptos, mas o vólei olímpico é o de quadra) no programa olímpico? Porque não futebol de salão, biribol, beach soccer, futvolei, etc? Acho que todos deveriam ter o mesmo direito, não? Mas todos são esportes ultra jovens, ainda sem uma história consolidada… No meu ponto de vista volei de praia nunca deveria ter entrado no programa olímpico. Acho inclusive biribol mais da hora…

  4. Rafael Oliveira
    11 de abril de 2016

    Gostei da ideia de premiar apenas o campeão da prova com medalha, nesse caso de ouro. Com tudo penso que os finalistas mereceriam uma menção honrosa – parecida com aquela que entregam aos recordistas mundiais. Outra coisa que deveria terminar é semifinal olímpica, pois é comum vermos atletas batendo tempos incríveis/recordes mundiais na semi e na final não vencendo ou até ficando fora do pódio.

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Pois é Rafael. Se não me engano as semifinais foram criadas como exigência televisiva.. Menção honrosa eu concordo. É uma honra ser finalista olímpico, finalista mundial, finalista panamericana, sulamericano, brasileiro, etc.. As honras não param por aí…

      abs

  5. Jorge Fernandes
    11 de abril de 2016

    mais uma excelente matéria para dar uma mexida no nosso imaginário… kkk

    eu retiraria alguns esportes sim… vou colocar aqui uma relação dos esportes que gostaria que tivesse:

    todos os esportes aquáticos (piscina e maratona), atletismo, luta greco-romana, judô (tenho dúvida), ciclismo tradicional (estrada e pista), tiro com arco, esgrima, iatismo, ginástica olímpica, hipismo, remo, canoagem (só de velocidade), halterofilismo, ressuscitaria o cabo de guerra, triatlo.

    acho que com estas modalidades, consegue-se mostrar todas as diversidades que um ser humano pode obter e demonstrar seu potencial, seja em esportes individuais e/ou equipe. Meio esdrúxula as escolhas não? Mas tenho um ponto de vista um pouco diferente do que deve ser uma Olimpíada, e os esportes que deve abranger.

    na natação, baniria as provas de 50m (são ótimas para a TV, mas acho que acaba sendo um câncer para a modalidade. Quer velocidade? proponho então 25m saindo de baixo, sem golfinhadas…), voltaria ao esquema de 3 nadadores por país, obrigando a pelo menos 2 deles participarem das eliminatórias de revezamento, eliminatórias de manhã e finais à tarde (pode ter final B) com exceção para as provas de fundo, uma saída em falso seria permitida.

    premiação mantida (ouro, prata e bronze)… e nas lutas, 2 bronzes acho justo…

    abraços a todos.

    Jorge Fernandes.

    ps: não quis ser radical ao extremo e propor banir o nado de peito também… kkkk… viu como tenho uma alma caridosa ?… rsrsrs

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Boa Jorge. Eu havia imaginado que você protestaria a eliminação dos 4×200 retaliando o principal estilo da natação, o peito… kkkkk.

      Interessante a questão da obrigatoriedade do nadador nadar as eliminatórias do revezamento. Eu não faço tanta questão, mas acho que quem nadou somente a eliminatória não deveria nunca receber medalha. Acho uma das regras mais horrorosas das Olimpíadas. Inclusive já escrevi aqui no Epichurus sobre isso. Vai chegar o tempo que um nadador PEBA, mas bilionário, vai fazer uma doação irrecusável para a USa Swimming em troca de nadar um revezamento pela manhã e se sagrará campeão olímpico. O poder do dinheiro não tem limites..

      abs

  6. João Guilherme Menezes
    11 de abril de 2016

    CONCORDO COM “QUASE” TUDO QUE VOCÊ ESCREVEU.

  7. felipecasas
    11 de abril de 2016

    aproveitando a deixa… nunca fui atras pra saber mas sempre fui curioso a respeito? o que define os indices olimpicos da natação? sei que a fina tem um indice mas cada pais tb tem o seu… nao seria melhor se o indice fosse global e ponto?

    pq nas olimpiadas de londres, pedi pra minha esposa ver a natação comigo. e justamente pegamos umas eliminatorias que ate pra mim, que amo natação, tava dificil de ver. e pra ela entao… nao deu 5 minutos e ela tava no celular. logico, pra quem tava nadando era realização de um sonho mas pra conquista dos novos fãs ou de quem nao é familiarizado, aquilo é um grande porre. acredito que com um indice global, o nivel de competição seria mto mais elevado e atraente!

    esse ano, a frança estabeleceu indices fortissimos e limou mta gente!

    enfim, qual o criterio?

    abraços

    • Lelo Menezes
      11 de abril de 2016

      Felipe, funciona assim, se não me engano: A FINA tem uma índice (forte) e se um país quiser botar dois nadadores naquela prova, ambos tem que fazer abaixo desse índice. Para a participação de apenas um nadador cada país pode estabelecer seus próprios critérios, por isso vemos uns caras (geralmente africanos) quase morrendo afogados… Já a França resolveu colocar seus índices ainda mais fortes que o da FINA, direita dela, mas uma imbecilidade no meu ponto de vista…

      abs

      • Daniel Takata
        25 de abril de 2016

        Apenas uma correção: nenhum país tem poder de estabelecer critérios próprios para selecionar um nadador por prova. Isso ficou para trás já faz algumas Olimpíadas. A única coisa que pode fazer é estabelecer índices próprios mais fortes que o índice A da FINA, como fizeram em suas seletivas alguns países fortes como França, Grã-Bretanha, Austrália e Japão.

      • Lelo Menezes
        25 de abril de 2016

        Obrigado pela correção Daniel. Eu não sabia dessa regra. Isso significa que não temos mais Suazilândia, Nigéria, El Salvador e tantos outros países na natação olímpica??

      • Daniel Takata
        26 de abril de 2016

        Temos sim, mas isso não tem a ver com o índice mais fraco. Cada país que não tem nenhum nadador com índice A pode inscrever um homem e uma mulher, cada um em somente uma prova (que geralmente é 50m ou 100m livre). Esse é o chamado critério da universalidade.

  8. felipecasas
    11 de abril de 2016

    mas lelo, por isso que digo.. nao seria melhor pro proprio esporte um indice unico, relativamente forte e quem passasse tava dentro. ai evita exatamente isso.. ver uns caras quase se afogando, que vamos combinar, nao acrescenta nada ao esporte?

    como falei antes, pedi pra minha esposa ver londres comigo mas a experiencia foi ruim. duvido que ela pare pra ver comigo de novo. se tivessem sido provas boas, competitivas, a chance de ver agora, seria mto maior.

    e acredito que pros jovens, tomarem gosto pela coisa, seria maior tb. claro, nao a unica solução

    abs

    • Lelo Menezes
      12 de abril de 2016

      Sim, na minha opinião seria bem melhor, embora exista o contraponto que os jogos olímpicos também servem para a integração mundial via o esporte e com índice único e forte não veríamos países como Uganda, Peru, El Salvador e a tão famosa Suazilândia nos jogos.

      De qualquer forma eu sou adepto da ideia que os jogos olímpicos devem celebrar o esporte de altíssimo rendimento, mas nem todo mundo vai concordar…

      abs

  9. Daniel Mielzynski
    11 de abril de 2016

    Concordo com varios pontos mas o 4×200 é emocionante e nao deveria sair nao.
    Já imaginou um 4×200 4 estilos? Seria incrível o nadador de borboleta buscando os adversarios varios metros…
    Abs

    • rcordani
      12 de abril de 2016

      Nessa eu estou com o Miel, prefiro ver um 4×200 4 estilos do que um 4×50, que a gente não vê natação, só vê porrada na água.

  10. Lelo Menezes
    12 de abril de 2016

    Daniel, o 4×200 pode ser emocionante, assim como o 4×200 4 Estilos, mas meu ponto é que o 4×200 é uma prova sem finalidade. O 4×100 Livre serve pra mostrar o país mais rápido (talvez não faça mais sentido hoje com a invenção da prova de 50 livre). O 4×100 Medley serve pra mostrar o país mais completo e rápido nos 4 estilos e na minha opinião é a principal prova da natação…

    O 4×200 serve pra que?? Se é pra mostrar que país tem mais resistência, que seja então um 4×400 ou um 4×800, que seria chato pra burro, mas teria maior finalidade… O 4×200 livre tem a mesma finalidade do 4×200 peito (quem sabe eu seria olímpico se essa prova existisse), ou seja, serve apenas pra mostrar que país é melhor na prova de 200m Livre…

    Uma prova sensacional seria o 4×50 Medley… Essa sim podia entrar no circuito olímpico…

    abs

    • Jorge Fernandes
      15 de abril de 2016

      depois falo do revezamento…
      quem nadou e/ou nada 200m, sabe que é uma das provas de estilo (tirando o medley que inclui o atleta ter a versatilidade de estilos) mais difíceis, não desmerecendo as outras, que claro também o são, mas os 200m se encontra num termo de transição (espaço de preparação) em que se deve ser muito rápido, e ter grande resistencia… não sei se me fiz entender corretamente…
      uma de minhas frustrações era que nunca consegui nadar bem os 400m, e nos 100m minha velocidade inicial (explosão) não era das melhores….

      em um revezamento 4×400 ou distancia maior, voce acabaria limitando em muito a participação de países, competitivamente… o 4x200m voce já consegue que países reúnam 4 atletas de grande nível

      com relação a premiação, acho que deveria haver espaço no podium para todos os finalistas… porra, chegaram a uma final OLÍMPICA !!! o que não é pouca coisa… e receber diplomas, sei lá…

      provas de 50m como falei antes, banir de Olimpíada… acho um cancer e um atraso… como exemplo, podemos citar o próprio Brasil em que resultados expressivos só em provas de 50m… as outras que deveríamos ter tido um desenvolvimento melhor, ficamos cada vez mais para trás…

      vale lembrar que sómente a partir de 84 surgiu o 4x100m masculino e o 4x200m feminino… semifinais, sómente nas provas de 100m, até 80 (Moscou)…

      com relação as modalidades, encaro o J.O. como um evento em que o homem (e mulher) demonstram suas habilidades físicas, que podem fazer parte do nosso dia a dia, desde a antiguidade. onde: precisávamos caçar (corrida, tiro com arco), guerrear (luta olímpica), correr (atletismo), nadar, navegar, etc… ou seja, atividades que tivessem mais a ver com habilidades (individuais e equipe)…

      determinadas modalidades, com seus torneios ao redor do planeta, e sua popularidade, são mais que suficiente, não sendo necessários inchar um evento Olímpico)… nesse ponto sou meio radical, mesmo adorando todos os esportes… acho que Olimpíada é um evento único para que os melhores atletas façam suas melhores performances…

  11. LAM
    12 de abril de 2016

    Lelo, eu até ia entrar na sua e concordar com medalhas apenas para os campeões, mas aí lembrei do Vanderley Cordeiro… Você ia deixá-lo sair de Athenas com as mãos abanando?
    e o Jorge, ia deixar de ser medalhista olímpico?

    • Lelo Menezes
      13 de abril de 2016

      LAM, o meu ponto é “filosófico”. Porque premiar o 3o colocado? A questão é essa! Se criou em 1904 essa política. Porque 3 e não 8 ou 2 ou 5???

  12. Alvaro Pires Vreco
    13 de abril de 2016

    Bacana o post Lelo. Pra mim os esportes q tem menos graca sao os q existem competicoes mais fortes fora da olimpiada. No tenis por exemplo os grand slams tem um valor muito maior, golfe idem (pra q o golfe na olimpiada ?). No futebol os clubes nao sao obrigados nem a liberar os jogadores e a competicao nao existe perto de campeonatos mais fortes, perto da copa entao nem se fala. Eu tiraria todos os esportes onde a olimpiada nao fosse o foco principal.
    Nao vejo tanta graca em ver as provas de 50m na natacao, de qq estilo, mesmo o crawl. Idem p o miliqui. A prova mais longa poderia ser os 800m ateh p os homens.
    Dava p tirar uma outra do atletismo (5000 e 10000 eh muito parecido).
    Acho o limitador de atletas por pais interessante, para termos mais paises participando.
    Qto aos indices, o B ja seria um bom limitador de qualidade na minha opiniao p qq esporte. Suficiente p nao vermos ninguem fazer 2min em 100L.
    E, no caso das medalhas, sou favoravel ao qto mais melhor. Jah q muita gente e boa parte da midia soh se interessa pelo numero de medalhas e nao tah nem ai pro resto, eh importante premiar p o atleta nao ficar pouco valorizado. abcao

    • Lelo Menezes
      13 de abril de 2016

      Pois é Vreco. Bons pontos! Essa coisa do futebol, tênis, golf é realmente uma questão complexa. Se o futebol não tivesse essa regra do sub 23 será que as Olimpíadas não tivessem um prestígio próximo a Copa do Mundo? No tênis acho que os principais atletas hoje em dia já participam das Olimpíadas, diferente de 20 anos atrás. Parece que tá chegando no prestígio dos Grand Slams. Golf eu não entendo nada, não sei dizer. Mas de qualquer forma é algo a se considerar. De repente vale tirar dos jogos mesmo!

      Quanto as provas de natação eu concordo 100%. Alias acho que a natação tem muita prova de livre…50, 100, 200, 400, 1500, 4×100 e 4×200. No meu mundo ideal teríamos o 100, 200, 800 e 4×100. Pronto!

      Só discordo do caso das medalhas. Se formos pro Quanto mais melhor, daqui a pouco até meu vizinho tem uma medalha olímpica e ganhar uma não vai mais parecer esse feito quase impossível que mexeu com nossos sonhos durante tantos anos de nossas vidas…

      abs

  13. Fernando Cunha Magalhães
    25 de abril de 2016

    Achei o texto muito legal.
    Sua capacidade de levantar questões é ótima.

    Lelo,
    essa tal coroa de louros, é de louro mesmo?
    A folhinha que temperamos o feijão e eu coloco na conserva de berinjela?
    Se eu achar um pé de louro, colher uns galhos e levar para as crianças trançarem nas aulas temáticas da academia, estarão fabricando uma coroa tal qual os vencedores dos jogos da antiguidade recebiam?

    • Lelo Menezes
      26 de abril de 2016

      Valeu Esmaga… Segundo o Wikipedia: “Na Grécia Antiga, em vez de receberem as atuais medalhas de ouro, prata e bronze, os atletas eram premiados com as coroas de pequenos ramos de oliveira entrelaçados, que representavam a suprema glória para a alma grega.”

      • Fernando Cunha Magalhães
        2 de maio de 2016

        Então é isso… às favas as tais coroas de louros, vamos em busca de oliveiras.

  14. Andre
    4 de agosto de 2016

    Na minha olimpíada, quadro de medalhas seria baseado em ouro=4 pts, prata=2 pts, bronze=1 pt. Número de medalhas de ouro é critério desempate nos pontos. Se tem judô, boxe e luta pra magrinho, tinha que ter vôlei e basquete pra baixinho. Tiro, arco e flexa e iatismo não teria masculino e feminino.

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Publicado em 11 de abril de 2016 por em Natação.
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