Epichurus

Natação e cia…

Top 3 do Pan de 1975

Começa hoje uma sequência de micro-posts sobre uma das competições mais legais do mundo, os Jogos Panamericanos.

Nesse episódio, as três coisas mais legais do Pan de 1975 (com ênfase não exclusiva na natação).

Top 3 vai para…

As seis medalhas de bronze para a natação Brasileira masculina, incluindo as primeiras 3 da carreira do Djan Madruga (400, 1500, 4×200), as primeiras 3 do Rômulo Arantes Jr. (100C, 4×200, 4x100M), e as duas últimas do José Sylvio Fiolo (100P, 4x100M).

Top 2 vai para…

As três medalhas de bronze para a natação brasileira feminina: Rosimary Ribeiro nos 200 borbola e os dois revezamentos, 4x100L com Christiane Paquelet, Lucy Burle, Maria Elisa Guimarães e Rosimary Ribeiro; 4×100 medley com Christiane Paquelet, Lucy Burle, Flávia Nadalutti e Cristina Teixeira.

José Sylvio Fiolo, Maria Elisa Guimarães, Lucy Burle, Christiane Paquelet no Pan de 1975. A foto foi tirada pelo Bebeto de Freitas e está no Álbum da história da natação brasileira no Facebook.

José Sylvio Fiolo, Maria Elisa Guimarães, Lucy Burle, Christiane Paquelet no Pan de 1975. A foto foi tirada pelo Bebeto de Freitas e está no Álbum da história da natação brasileira no Facebook.

Top 1 vai para…

Nosso grandessíssimo João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, que aproveitou o ar rarefeito da Cidade do México e bateu o recorde mundial do salto triplo. Foi o último recorde mundial do atletismo brasileiro, e durou 10 anos. Acompanhe no vídeo a assombrosa prova do recorde, bem como uma entrevista quando ele já tinha perdido uma perna em um acidente de carro em 1981.

E até 1979, provavelmente na quinta que vem.

Sobre rcordani

Palmeirense, geofísico e nadador master peba.

20 comentários em “Top 3 do Pan de 1975

  1. Luiz Alfredo Mäder
    11 de junho de 2015

    bem mais legal este post que aquele outro, das coisas chatas

    • rcordani
      12 de junho de 2015

      O que o sr gostou mesmo foi do filminho do post do Hermeto, não?

  2. Lelo Menezes
    11 de junho de 2015

    Legal o post! Época boa de talento “puro” na natação brasileira, sem doping, milhares de suplementos, vaidades e etc. Eu só alteraria a primeira frase para “Começa hoje uma sequência de micro-posts sobre uma das competições que já foi uma das mais legais do mundo, os Jogos Panamericanos.” Porque convenhamos que hoje (e na nossa época da década de 90) o Panamericano já era uma competição bem aquém das maiores do mundo.

    • rcordani
      12 de junho de 2015

      O Panamericano é uma competição de nível olímpico? Claro que não.

      O Panamericano é bacana? Na minha opinião sim. Na natação, a seleção “C” americana é do nível da brasileira, os latinos vão com tudo, e os brasileiros querem ganhar pois dá mídia (e dinheiro), então a competição é bem legal.

      Alguns dos outros esportes também são legais, como basquete (time “F” americano é do nível do nosso), handebol, volei e WP, por exemplo.

      Mas se você se contenta com nível olímpico apenas, então é melhor esperar pelo ano que vem ou pelos mundiais de cada modalidade.

  3. Rodrigo M. Munhoz
    11 de junho de 2015

    Ótimo post e linda foto do Fiolo com as meninas! O engraçado é que parece meio atual!
    Quanto a competição, era muito novo e não lembro de nada, obviamente. Sei que o João do Pulo ganhou o ouro também no salto em distancia e soube que o Brasil empatou no OT na final do futebol com o Mexico… e ambos levaram o ouro. Imagino que fosse a regra na época… mas pareceu um belo exeplo de jogo de comadres, hein?

    • rcordani
      12 de junho de 2015

      A foto é excelente! Eu comecei por esse Pan pois ouvi muito falar dele, já que meu coach de 1987-1988, o Nenê, nadou-o, e contava algumas histórias.

      • Lucy Burle Kalache
        16 de junho de 2015

        Nessa época de 1975 a natação ainda era um esporte puramente amador. Existia uma ligação muito grande entre o nadador e o seu clube. Era como se fosse uma extensão da família. Escolhiamos o clube para nadar, faziamos amizade de laços fortes os colegas de natação, nosso tecnico era um segundo pai e raríssimamente mudavamos de clube. Os pais dos atletas se conheciam, eram amigos e viajavam juntos para assistir as competições. As competições internacionais ajudavam a solidificar as amizades entre nadadores de outros clubes. Essas amizades perduram ate hoje. Não sei como é hoje em dia. Acho que a profissionalização apesar de necessária, tirou um pouco da inocência e do tipo de amor ao esporte que existia nessa época. Sera?

      • rcordani
        16 de junho de 2015

        Lucy Burle, uma honra receber o seu comentário aqui.

        Eu nadei na década de 80 e 90 e vivi situações semelhantes a essas descritas por você. Talvez hoje tenha mais profissionalismo e as relações sejam um pouco diferentes, mas acho que a amizade entre ex-atletas permanece igualzinha!

  4. Samuel Tocalino
    11 de junho de 2015

    Sobre o João do Pulo, é sempre bom lembrar que os soviéticos, com ajuda da Federação Internacional de Atletismo, roubaram a medalhe de ouro dele em Moscou. O link abaixo é um texto de um ex-jornalista do NY Times que cobriu aquela Olimpíada. Revoltante do começo ao fim.
    http://www.freerepublic.com/focus/news/2048486/posts

    • mpacheco1
      12 de junho de 2015

      caracas, nao sabia dessa, excelent esse artigo.

    • rcordani
      12 de junho de 2015

      Realmente muito bom. Eu sempre relutei em achar que os soviéticos conseguiriam roubar uma olimpíada desta forma, justamente por causa dos árbitros da IAAF, mas lendo o texto a história parece bem crível.

      • Julio Rebollal
        14 de junho de 2015

        Sob o peso da ditadura, quase todos tem que se curvar. Na Argentina, Copa de 1978, também foi assim. Apesar de só ter lido essa reportagem agora, eu lembro dos rumores na época.

  5. Alvaro Pires Vreco
    11 de junho de 2015

    Bacana. Soh salientando a idade do Djan na epoca, 16 anos. Monstro realmente.

    • rcordani
      12 de junho de 2015

      Verdade, 16 anos, monstro. Sobre seu comentário ref idade, teremos um post um dia desses.

  6. Julio Rebollal
    14 de junho de 2015

    Muito bom o post. Resgatando a história da natação do Brasil nos Jogos Panamericanos.

    Do Pan de 1975 eu não lembro. Lembro da Olimpíada de 1976, que acompanhei pela rádio.

    Recorde do Djan nas eliminatórias, acho que nos 800 livres.

    Abraços.

    • rcordani
      14 de junho de 2015

      Valeu Julio, tens boas fotos de 1987 e 1991? Manda pra publicarmos!

      O recorde olímpico do Djan em 1976 (nas eliminatórias) foi nos 400 livre 3:59.62, o primeiro atleta a fazer menos de 4:00 em uma olimpíada, depois ele meteu 3:57.18, mas ficou em quarto…

      Abração

      • Julio Rebollal
        15 de junho de 2015

        Obrigado Cordani pela correção quanto a prova do Djan. Lá se vão quase 40 anos…

        Vou procurar as fotos.

        Forte abraço.

      • rcordani
        15 de junho de 2015

        Hehe, o são google faz milagres, né não?

  7. Antonio Carlos Orselli
    15 de outubro de 2015

    Pequena correção – O Djan é de 07.12.58. Assim, teria 17 anos em Moscou.E não 16, como mencionou o Álvaro Pires.

    • rcordani
      15 de outubro de 2015

      Orselli, o Alvaro mencionou que no Pan de 1975 ele tinha 16, o que está correto.

      Anos olímpicos: em Montreal tinha 17, em Moscou 21 e em LA 25. Correto?

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