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Natação e cia.

World Alligator Championship – a hora da revanche no bodysurf PEBA

Em Setembro de 2017, em condições de merrecagem total, a linda praia de Camburizinho, viu a 2a edição do WAC – World Alligator Championship com quase 20 PEBAS presentes. Foi uma final polêmica, com quatro finalistas pegando jacaré sob sol forte e água fria: Além de Charles Dudoernenko, a revelação mineira Aymar Almeida e o surfista astral Ale Miyahara enfrentaram o farsante Modena Munhoz – único finalista em todas edições anteriores – que também passou pelas 2 etapas anteriores do torneio.

Pelo caminho ficaram bodysurfers experientes, como o campeão anterior, Nonno Cordani (hoje afetuosamente conhecido por “Biso Perninha de Caetano”), os big riders josuibas Ruy Turtle e André Amendoim e os convidados especiais curitibanos Fernando Esmagalhães e LAM(dovil), além de vários outros paulistanos como Tulius Marinus, Lelo Menezes e os “locais” Dudu Salsicha, Ricardo (Alzaiminho) Champs, Popo Carcamano e Dr. Barrão… devo estar esquecendo alguém para a posteridade – foi mal!

Eu um mar esquisito de “meio metro na série” ao finalzinho da nossa janela de tempo, o que se viu foi uma final de qualidade questionável e com todos PEBAs muito cansados. A maior decepção veio do favorito em qualquer merreca – Munhoz, que pegou um monte de ondas mas pontuou pouco entre os desatentos juízes e ficou em 4o. O convidado oriental e revelação do ano Myha BR pegou uma onda bem escolhida, impressionou os caras na areia, saiu da água contundido, mas mesmo assim obteve bronze. Aymar e Charles até agora não entenderam muito bem o que houve, mas disputaram várias ondas lado a lado e ficaram com prata e ouro respectivamente. As colocações foram anunciadas com grande suspense pelo italiano de voz fininha Fabiano Popoloni, durante o grande almoço comemorativo na mansão-base-pé na areia. Sensacional!

Hoje, exatamente um ano depois deste momentoso evento, chegou a hora do WAC 2018, agora transferido para a exclusiva Praia de São Pedro no Guarujá. Atraídos pelo patrocínio da Lei Rouanet (#sqn) e coordenação culinária e logística do Dr Barros, quase todos PEBAs com saúde aceitável compareceram. O drone já está com as baterias carregadas, as nadadeiras Dafin, Viper, Kapaloa, Speedo, Leblon e até as “Empanadas do Namor” estão prontas e alinhadas. As chaves do torneio já foram armadas e agora a mira está nas costas do atual campeão, o representante lituano-campineiro Charlota Dudorneko.

Que vença o menos pior!

Sobre Rodrigo M. Munhoz

Abrace o Caos... http://abraceocaosdesp.wordpress.com

4 comentários em “World Alligator Championship – a hora da revanche no bodysurf PEBA

  1. LAM
    30 de setembro de 2018

    Vc esqueceu o irmão do Salsa, q tava no ano passado e este ano não veio por compromissos de campanha política …

    • Rodrigo M. Munhoz
      1 de outubro de 2018

      Verdade! O “Agulha” compareceu no ano passado mas deu WO neste…. logo ele que gosta de um rango gourmet… pena! Mas esperamos que seja por uma boa causa!

  2. felipecasas
    30 de setembro de 2018

    Saudades desses textos!

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