Epichurus

Natação e cia…

O que mudou em um ano de Epichurus

1ano

Nos últimos doze meses, o país viu a inflação acelerar, o consumo cair, enquanto a festejada nova classe média estagnava e o IBOVESPA seguia seu caminho abismal. Em termos de competitividade, o Brasil permaneceu em um honroso 48o lugar, (pelo jeito, a Final B está longe) e, de acordo com o World Economic Forum, o GCI de 2012-2013, nos coloca atrás de potências como Malta, Azerbaijão e a Lituânia – esta última para orgulho do Charlão, pelo menos.

No campo da natação – o assunto favorito deste blog – Michael Phelps se consolidou de vez em 2012 como o maior medalhista olímpico de todos os tempos, assim como o maior nadador da história e o primeiro a superar a zica do tri olímpico. Aposentou-se por cima. A equipe brasileira obteve duas das dezessete medalhas do país em Londres 2012, com Thiago Pereira (prata nos 400 Medley) e César Cielo (bronze nos 50 Livre). Apesar dos sensacionais metais preciosos, parece que ficou um gosto de “quero mais” com o relativamente baixo número de finalistas, o que aumenta as expectativas para o Rio 2016. Ah, e é claro, o Coaracy continua lá na quase despejada CBDA (assim como tem sido nos últimos 25 anos).

Para o Epichurus, foram 121 posts (122 com este), com novos seguidores que tem gerado crescimento da audiência mensal e visualizações a cada mês. Mas o mais legal, como não cansamos de repetir, são os comentários: Mais de 2,960 no doze meses iniciais… nada mal para um blog de cronistas amadores… Nós, os cronistas deste humilde blog, estamos lisonjeados com a atenção e festejamos esse primeiro ano descrevendo o que o Epichurus representou nas nossas vidas ultimamente:

Começando pelo dramático depoimento do Carlos Eduardo Dudorenko:

“Depois que comecei a escrever um pouco mais para o Epichurus minha vida se tornou um inferno. Agora tenho que sair de casa disfarçado, com chapéu, óculos escuros e em alguns casos até bigodes postiços. Os fãs do Epichurus ficam me assediando muito e não consigo mais ir até a padaria tranquilamente. Uma ida ao shopping se tornou uma tortura. Outro dia levei a minha filha na aula de natação e tive que ficar quase 1 hora autografando as toucas das crianças da academia.

Até aí, tudo bem, dá orgulho ter tantos seguidores assim, mas o pior aconteceu na semana passada. Depois da publicação po post sobre o Tetsuo Okamoto, indicando-o como primeiro membro do Hall da Fama, o fã clube do Jorge Fernandes e o fã clube do Rogério Romero organizaram um movimento de protesto perto da minha residência, para protestar contra a indicação do Tetsuo em detrimento da nomeação do Jorge e do Romero.

O fã clube do Jorge Fernandes chegou marchando e gritando palavras de ordem.

O fã clube do Jorge Fernandes chegou marchando e gritando palavras de ordem.

Quando eu anunciei que eu não ia ceder à pressão e não ia nomear o Jorge ou o Romero para o HFNB nesse momento, alguns fãs mais exaltados atearam fogo no meu carro. Tudo bem que era uma kombi e mais cedo ou mais tarde o meu carro iria pegar fogo mesmo, mas isso me deixou chateado.

Quando eu anunciei que eu não ia ceder à pressão e não ia nomear o Jorge ou o Romero para o HFNB nesse momento, alguns fãs mais exaltados atearam fogo no meu carro. Tudo bem que era uma kombi e mais cedo ou mais tarde o meu carro iria pegar fogo mesmo, mas isso me deixou chateado.

O fã clube do Rogério Romero compareceu ao protesto em grande número, mostrando grande poder de mobilização.

O fã clube do Rogério Romero compareceu ao protesto em grande número, mostrando grande poder de mobilização.

No meio do protesto a multidão se exaltou e começaram a quebrar tudo. Queimaram até o meu carro. Não sei mais o que eu faço!!!!

Ainda bem que os ótimos comentários dos nossos leitores dão ânimo para prosseguir escrevendo. ”

O emotivo Marcelo “Lelo” Menezes nos conta:

“Quando decidimos criar o Epichurus, eu já pressentia que iria curtir escrever algumas historias; afinal, eu sempre gostei de escrever e tenho, desde moleque, o sonho de escrever um livro um dia.  O que mais me surpreendeu nesse primeiro ano não foram os excelentes textos, mas sim as elaboradas respostas dos leitores!  Cada texto traz uma enxurrada de comentários de altíssimo nível e que engrandecem demais a historia contada e servem nao so como reflexao sobre aquele post em particular, mas também como matéria prima para futuros textos.  Nao acho que e’ exagero dizer que os comentários são o combustível que nos fazem reservar algumas preciosas horas das nossas bem corridas rotinas, para o Epichurus.  Obviamente todos nos somos escritores amadores (O Epichurus ainda não pagou meu armário padrão cerejeira das Casas Bahia) e mesmo sendo contatados ate pela Folha de São Paulo pedindo permissão para publicar um texto nosso, a ideia continua sendo a de dividir com o maior numero de amigos possíveis algumas historias que temos na cabeça e que ate então ficavam reservadas a serem contadas em mesas de bar e festas de aniversario.  O bacana do Epichurus e’ que as historias aqui contadas nos remetem de volta a aquele tempo que andávamos por ai cheirando a cloro…

E como são gostosas essas lembranças… ”

Renato Cordani relembra as origens epichurísticas e analisa:

“Quando resolvemos materializar a antiga ideia que tínhamos de escrever um blog, nunca imaginamos que teríamos tanto a dizer. De minha parte, nem mesmo nos planos mais otimistas eu poderia imaginar que escreveria 46 posts em um ano. Sei lá como vai se desenrolar esse blog daqui para a frente, mas o fato é que peguei gosto pela bagaça e pretendo continuar escrevendo enquanto houver assunto (e leitores).

Agora, respondendo à pergunta, o que mais mudou na minha vida estranhamente foi outra coisa. Ao colocar no papel minhas venturas e desventuras natatórias, me libertei definitivamente da responsabilidade que sentia de nadar bem como master. Em 2011, quando minha panturrilha me obrigou a desistir de correr e só me restou voltar a nadar, eu achei que tinha um “nome a zelar” na água, e me preocupava com isso. Agora que publiquei o meu passado, já não me sinto da mesma forma, e de uma certa forma nado apenas por prazer, me aproximando do “jeito Munhoz de nadar”. Posso agora ser peba sem medo.

Acho que Epicuro aprovaria… ”

Enquanto o mais novo colunista – Fernando Cunha Magalhães, confessa uma certa resistência inicial ao blog..

“Quando soube da criação do Epichurus e recebi o convite para ser um dos blogueiros, não tive dúvidas: recusei na hora!

Diante das inúmeras atribuições da vida, o tempo super apertado, as várias coisas que gostaria de fazer e não consigo, aceitar a responsabilidade de produzir textos, pesquisar material, digitalizar fotos, jornais e revistas antigas, revisar os textos, editar o post, interagir com os comentários????… Nem pensar.

Mas aí comecei a ler as publicações, as memórias foram aguçadas e veio a vontade de comentar os posts.

Os comentários saiam longos, os autores gostavam que eu enriquecia os detalhes já que sempre tive uma memória privilegiada e não demorou até que viesse um novo convite.

Recusei de novo!

Só que a coisa foi ficando ainda mais interessante e eu senti que queria muito fazer parte disto.

Em nova conversa por email com o amigo Renato Cordani, nem deixei ele ter o trabalho de questionar, fui logo digitando: “está decidido, vou escrever”.

Algumas coisas mudaram: voltei a experimentar a exigência física de fazer trabalho de madrugada, diminuiu a minha média de horas de sono, eu me surpreendi com a capacidade que reavivar memórias ocultas a partir de pequenas lembranças, de voltar o filme e revisitar as experiências vividas no passado. E que boas experiências! Mais: tem sido um grande prazer ver os textos prontos, perceber o cuidado e o carinho que dedico a eles, falar de sentimentos e emocionar algumas pessoas, receber comentários nos mais diversos momentos, lugares e vindos de diferentes pessoas. São os bônus que muito me orgulham.

E pra finalizar, a cada post a oportunidade de reunir minha esposa e minhas filhas e ler juntos em voz alta, histórias que até hoje eu não tinha tido a oportunidade de contar para elas.

Estou certo que é uma satisfação alinhada com a que o Epicuro pregou.”

Da minha parte, neste último ano, acho que comecei a reparar melhor nos eventos diários que me cercam e comecei a escrever a respeito disso. Isso ajudou a deixar ainda mais claro que nadar ainda é uma parte importante e divertida da minha vida. Também mudei de emprego, conheci pessoas e estou aprendendo coisas novas… e, pelo menos em parte graças ao Epichurus, me reaproximei de antigos amigos enquanto ao mesmo tempo percebi mais claramente a minha falta de memória para os eventos natatórios da minha infância e juventude, por mais importantes que tenham sido para mim. Como filho de uma historiadora, isso me preocupa um pouco. Mas conforme vou ouvindo as histórias e os relatos dos outros, algumas partes da minha própria história começam a voltar… e assim vou lembrando e compartilhando memórias, assim como tantos outros leitores. Esperem por mais.

Obrigado pela audiência e que venham os próximos aniversários!

Sobre Rodrigo M. Munhoz

Abrace o Caos... http://abraceocaosdesp.wordpress.com

46 comentários em “O que mudou em um ano de Epichurus

  1. rcordani
    20 de maio de 2013

    Feliz Aniversário para a comunidade epichurística (incluo aí os leitores e comentaristas), e vida longa ao blog!

    • Rodrigo Munhoz
      20 de maio de 2013

      É isso aí, Renatão… Lembrando sempre que ARS LONGA, VITA BREVIS 🙂
      Sorte, saúde e felicidade!
      Abração!

  2. Luiz Carvalho
    20 de maio de 2013

    Parabéns!

  3. Roseli de Souza
    20 de maio de 2013

    Parabéns.A nossa história é mesmo um prato cheio para quem busca incendiar o inconsciente e o consciente coletivo,baseados em fatos reais tentando trazer para esta “galera” jovem atleta o prazer real de ser feliz mesmo com as responsabilidades de ser atleta.Epichuristas, pessoas comuns tentando trazer momentos com humor,ingenuidade e amizade para um esporte que apesar de individual criaram laços coletivos.
    Contra todas as convenções falar de algo é difícil mas o tentar já é um sucesso, ainda mais no espaço virtual.De desacordos à aplausos vingou.O desafio está aí. Educar é eterno e modifica-se constantemente porque não dizer como nossos células diariamente.Avante meninos.

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Bacana seu comentário, Roseli! O “incendiar” é sempre sempre uma meta boa para os “epichuristas” deste blog e acho que você já sacou bem isso, sendo leitora e comentarista ativa por aqui desde os momentos iniciais. Obrigado pela atenção e pelos felizes votos. Avante sim!

    • Fernando Cunha Magalhães
      20 de maio de 2013

      Adorei esse comentário. Obrigado, Roseli.

  4. ruy
    20 de maio de 2013

    Exelente. Longa vida ao Epichurus. Espero que a VW se sensibilize com a “tragedia”do Munhoz e tome 2 provdencias:
    -Doar uma Kombi nova para o epichuriano. A equipe PEBA depende dela para se locomover.
    -Arrumar a mangueira da gasolina da Kombi com que faz que 90% delas peguem fogo ao longo da vida util.

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Rrrruy,
      Eu bem que queria ter uma Kombi, pois além de ser um carro prático e espaçoso é um dos carros favoritos dos trigêmeos… Mas o veículo inflamável em formato de pão de forma incendiado foi o do Charlão, então o ressarcimento deve ser para este nosso azarado amigo.
      Fora isso, obrigado pelas felicitações! Abraços!

      • charlaodudo
        20 de maio de 2013

        Pois é Ruy, fiquei a pé nessa. Espero que a VW atenda o seu pedido. Seria bom ter uma kombi nova para circular pelo Brasil para ver os jogos da Copa de 2014.

  5. Rogério Aoki Romero
    20 de maio de 2013

    Leitura obrigatória semanal. Parabéns!

  6. Marcelo Abdo
    20 de maio de 2013

    Parabéns aos amigos que depois de muitos anos realizaram o projeto do Blog. Nossas histórias agora estão eternizadas, mesmo que seja com o viez do nado “sapinho”!

    Sucesso e vida longa aos posts.

    Abs
    Abdo

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Abdo, concordo que depois de centenas de milhares de emails trocados entre amigos no decorrer de quase vinte anos, este blog foi uma inovação bem vinda! Com relação ao nado de peito, é uma das metas de pelo menos 3 epichuristas (eu, Renato e Lelo) mostrar o verdadeiro valor deste sensacional estilo de grande arrasto… Aliás, em breve alguém deve discorrer mais sobre a importância do “clássico” nas provas de medley. Sei que a audiência aguarda com ansiedade ! 🙂 Abraços e obrigado pela audiência!

  7. Gustavo Pedrazzi
    20 de maio de 2013

    Parabéns ao blog….sempre com muitas boas histórias, homenagens, ficção (por sinal muito boas), política esportiva e assuntos relacionados a natação. Que vcs tenham o mesmo sucesso, ou maior, no segundo ano!!!

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Caro Pedrazzi, pode ficar tranquilo que tem muita história boa pra sair neste segundo ano que começa agora. Enquanto isso, esperamos fotos das antigas de Bauru, Mococa e vicinidades. Abraços!

  8. Beatriz Nantes
    20 de maio de 2013

    Já que a audiência foi exaltada, vou contar a minha história com o Epichurus hehe:

    Meu irmão (Caio), me falou do blog umas três vezes. Eu acaba esquecendo e não entrando. Ele é ex nadador como eu, somos nascidos em 1988 e 1990, e ele trabalha como assistente técnico no Corinthians.

    Até que um dia, sentada no computador do trabalho, ele me mandou por email o link para a Saga do 200 peito do Cordani, com a seguinte frase: “quando tiver tempo lê toda a saga, na sequencia certa… muito bom”.

    Comecei a ler imaginando parar na parte 1 e ler o resto a noite, e logo vi que não conseguiria parar. Precisei dar um jeito, levar meu laptop para outra sala, e fiquei genuinamente emocionada com a forma como o post me tocou.

    Em especial, fiquei feliz de ver que não era a única “peba” que lembra desse período de “nadadora” com imenso carinho e dá tanta importância assim a essa fase da vida. Mais do que isso, é bom saber que tem mais pessoas que acreditam que embora a grandiosidade da natação seja feita em grande parte de Cielos e Thiagos, a beleza desse esporte está também naquela prova do Maurício Bekenn de 1980, nas histórias que o Julio Delamare esconde, na prova da sua vida (poucos tem uma medalha olímpica, mas todos tem a prova da sua vida). Em grande parte, acho que é pra isso que existe esporte, e por momentos assim que vivemos a vida.

    Por me relembrar tudo isso, pela sensibilidade de alguns posts e pela importância história de outros (retomar a memória do esporte deveria virar livro ou no mínimo ter o apoio/divulgação da CBDA) , por conhecer pessoas que olham a natação de um jeito parecido que eu, obrigada! E sucesso ao Epichurus.

    • rcordani
      20 de maio de 2013

      Obrigado pelo comentário, Beatriz, e com ele ganhamos uma ótima síntese: “poucos tem uma medalha olímpica, mas todos tem a prova da sua vida”.

      🙂

    • Lelo Menezes
      20 de maio de 2013

      Muito bacana a resposta Beatriz! Valeu!

    • Rodrigo Munhoz
      20 de maio de 2013

      Obrigado pelo lindo comentário, Beatriz! E é por isso que a audiência será sempre exaltada! Se você encontrar com algum PEBA epichurístico em uma competição Master, não esqueça de torcer por ele! Tudo de bom pra você e pro seu irmão!

  9. Danilo
    20 de maio de 2013

    Parabéns a comunidade Epichuriana, em pouco tempo mostrou sua mensagem, não deixem nossa memória morrer ! Vamos em frente que o caminho é longo !

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Obrigado, Danilo. Alguns tem a memória mais turbinada que outros, mas a gente vai seguindo enquanto dá! Abraços!

  10. Oscar Godoi
    20 de maio de 2013

    Queremos mais, parabens aos autores e tambem a todos os que comentaram, e muito interessante acompanhar nao so as historias mais tambem comentarios, nos dando uma perspectiva completamente diferente dequela vivida por nos que participamos de alguns dos mesmos eventos. Parabens pela iniciativa e continuem firmes.

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Valeu, Oscar! Realmente os nadadores de peito tem um bônus adicional no Epichurus, não é ? E vamos marcara aquele treino na próxima visita ao Brasil.
      Abraços!

  11. Marina Cordani
    20 de maio de 2013

    Puxa, Carlão, que azar… Mas é o preço da fama! Parabéns aos epicurianos!

  12. alvaro pires
    20 de maio de 2013

    Parabens meus camaradas pelos excelentes textos, incluindo este ultimo. Os comentarios tb sao sempre muito bacanas. Me fizeram lembrar de varios momentos da minha vida. Não tenho participado muito ultimamente mas sempre leio os textos. Gr ab

  13. ANTONIO CARLOS ORSELLI
    20 de maio de 2013

    Fico na torcida para que, nos próximos e muitos anos, tenhamos este blog para desfrutar. Parabéns pela iniciativa e continuem a nos fazer gostarmos sempre e mais do nosso esporte. Forte abraço para todos.

    • Rodrigo M. Munhoz
      20 de maio de 2013

      Grande Orselli! Se depender da gente, isso aqui vai longe… porque gostamos de fazer. Abraços!

  14. Rodrigo de Camargo Barros
    20 de maio de 2013

    Renato primeiro gostaria de te prometer que nao sou um leitor assíduo do Epichurus.mas quando abro preços horas ,prometo. Que ja li tudo oque foi postado até hoje.
    Mas gostaria de parabeniza-los e vou ainda mas adendo , quando eu abro o Blog eu viajo nas lembranças mais ainda na memórias malucas de voces que postam ,
    Um abraço a todos os amantes da natação

    • rcordani
      20 de maio de 2013

      Grande prazer tê-lo por aqui, meu maior companheiro de treinos entre 1978-1986 (junto com o André), quando vocês foram para o polo. A natação perdeu um grande craque. A foto a seguir ilustra muito bem nossa jornada.

      Foto.

  15. Lelo Menezes
    20 de maio de 2013

    Tem sido um prazer! Vida longa ao Epichurus!

  16. Patricia Angelica
    20 de maio de 2013

    Parabéns a todos que fazem parte dessa (anda) curta história e que venham muitos e muitos anos epicurísticos! \o/

    • rcordani
      21 de maio de 2013

      Valeu Patricia, a história do blog é curta, mas as histórias vividas já têm um bom tempo…. hehe.

      • Rodrigo M. Munhoz
        21 de maio de 2013

        As histórias tem em média quase um quarto de século, mas parece que pouco tempo se passou… Acho que isso meio que define o clássico “estamos ficando velhos”… Mas ainda tem muita história e memória para gastar (espero 🙂 ) Abraços!

  17. Anderson Seliprandy
    21 de maio de 2013

    pelo pouco tempo que tenho eu até que consigo ler tudo, mas comentar é impossível devido a correria…resumindo…moro em Santos, sou de 1985, comecei a nadar aos 8 anos…me federei só aos 15 e com 19 me aposentei e ingressei na faculdade de educação física…um legítimo Peba que inclui no seu currículo até um título da 2ª divisão(com 1 mês de federado) que foi talvez a prova da minha vida e que daria um belo post…rs…mas é isso aí, continuo assíduo nas informações sobre natação…na prática nem tanto por trabalhar de segunda a sábado até as 19 hs(na área de vendas de veículos) e ainda fazer faculdade de Teologia a noite, a qual minou o meu tempo p/ nadar de manhã com os seus inúmeros trabalhos…ainda irei voltar a fazer o que amo que é estar no meio da natação…enfim, parabéns e que venham muitos anos por aí, estarei lendo.

    • Rodrigo M. Munhoz
      21 de maio de 2013

      Oi Anderson! Certamente a sua história daria um bom post ou vários posts bem além da melhor prova nadada… Espero que o Epichurus o ajude a ficar mais perto da natação. Tem funcionado pra nós… Abraços e obrigado pela audiência !

  18. Polaco
    22 de maio de 2013

    Parabéns aos Epichuranos, vida longo ao blog!!!!!!

    • Rodrigo M. Munhoz
      22 de maio de 2013

      Valeu, Polacão! Tá sumido, hein? Mande notícias do Canadá ou um post pro Epichurus, quando puder. Abraços!

  19. Cristiano Michelena
    23 de maio de 2013

    Este Epichurus é pHoda.

    Primeiro nos tira o sono pois nos leva a uma deliciosa viagem no tempo que geralmente termina em insônia.

    Depois te nega a possibilidade de ser da comunidade PEBA pois dizem que você não é e jamais seria aceito como PEBA.

    Por último, por mais que digam que você não é PEBA, entram em contradição ao criar um hall da pHama que este “não PEBA” que vos escreve jamais fará parte.
    Eu acho que a categoria Mezza Bhoca deve ser criada para criaturas como eu.

    PEBAS, continuem nos fazendo sofrer por muitos anos.

    Cristiano

    • Cristiano Michelena
      23 de maio de 2013

      P. S. Achei uma caixa de programas e resultados de competições na casa de meus pais e talvez a turma do Epichurus tenha algum interesse…
      Mas claro que o Smaga não precisa. 🙂

      • rcordani
        23 de maio de 2013

        Opa Castor, eu quero sim! Posso pedir para o Esmaga pegar na casa dos Michelena?

      • Fernando Cunha Magalhães
        26 de maio de 2013

        Castorzinho,
        Boa sugestão dos Mezza Bhoca… entrará na pauta da próxima reunião.

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