Epichurus

Natação e cia…

Vasco da Gama 1983 – Meu 1º Julio de Lamare

As percepções no menino que chegou ao mundo dos grandes

GlaucoNo post anterior – Se estiver dando errado, MUDE! – contei sobre meu último Troféu Maurício Bekenn. Foi em dezembro de 1982, mesmo mês em que virei Juvenil A. No mês de janeiro seguinte já haveria o primeiro brasileiro da nova categoria. Eu não tinha índice para nenhuma prova individual, mas fui convidado pelo técnico Glauco Putomati para nadar os revezamentos. Aliás, em minha nova categoria apenas um colega, Christian Carvalho, tinha índice nos 100m livre – prova em que fechou o ano como 20º colocado do ranking nacional.

Image

Ranking 100m livre Juvenil A

Cada vez que lembro, penso, admiro e celebro a visão do nosso diretor de natação, o arquiteto Joel Ramalho Júnior, um apaixonado pelo esporte, que conquistou a medalha de prata com a Seleção Brasileira de Vôlei nos Jogos Panamericanos de 1959 em Chicago e vislumbrou a importância dessa experiência para aquela equipe e também, no grande apoio do Clube Curitibano, que investiu sabendo das poucas perspectivas de termos finalistas ou atletas no pódio.

CefanFomos para o Rio de ônibus leito, ficamos hospedados no CEFAN – Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes – na Avenida Brasil e lá o ônibus foi trocado por um convencional.  Tivemos a sorte de ficar num dos poucos quartos que tinha banheiro privativo, um privilégio frente a tantas delegações que dividiam o banheiros comunitários. Não nos faltou nada.

Nossa equipe de revezamento ainda contava com Renato Ramalho e Gustavo Pinto. Naquele mês, de férias, tive minha primeira experiência com treinos duplos. Dedicamo-nos muito ao objetivo de chegar às finais dos revezamentos – não deu. Meus melhores resultados eram 1m03s07 nos 100m livre e 1m11s50 nos 100m borboleta. Nadei em 1m01s60 e 1m10s30 com saída livre e fiquei muito satisfeito com os tempos.

Glaucia Lunkmoss, finalista nas provas de costas

Glaucia Lunkmoss, finalista nas provas de costas

Da equipe do Curitibano que encheu um ônibus, lembro que Marcelo Mira, Márcia Resende, Gisele Gradowski, Tatiana Piasecki, Newton Kaminski e Gláucia Lunkmoss nadaram finais. E só. Não ganhamos nenhuma medalha. Uma pena tanto pelo significado da conquista quanto pelo fato de ser linda, com a imagem do Vasco da Gama – o navegador – em alto relevo na parte frente. Aliás, no início da década de 80 acredito que houvesse no máximo meia-dúzia de pódios em campeonatos brasileiros na história da natação do Clube Curitibano (um revezamento formado pelas já citadas Tatiana e Gisele, Márcia Ferreira e Melissa Cunha, os irmãos Rodrigo e Marcelo Mira em provas de peito e algum outro que falhe em minha memória ou que eu não tenha conhecimento).

Mesmo assim foi uma competição marcante por diversos aspectos. Primeiro porque 40 dias antes eu estava nadando o Maurício Bekenn, onde estava entre os mais velhos e ali, me vi em meio a atletas de até 18 anos, fazendo performances incríveis na piscina. Levei meu cronômetro Omega de ponteiros com precisão de décimos de segundo e acompanhei tudo com muito interesse. Ler o programa de provas já era bacana para ver os recordes que o Pradinho havia deixado nessas categorias (nesses dias não havia um ano que ele quebrara o recorde mundial dos 400m medley) e me inteirar com tempos das diferentes provas e categorias.

Nas arquibancadas, um clima de disputa e muita animação, com destaque para a bateria dos atletas da Gama Filho e a Charanga formada por senhores uniformizados que o Flamengo levou. A Gama Filho levou a melhor na eletrizante disputa com apenas 23 pontos de vantagem sobre o rubro-negro carioca.

200 borbo e 100 peito-001

Uma grata surpresa foi a presença de Jorge Fernandes treinando no aquecimento do sábado à tarde. O Epichurus já tratou em outros posts da importância do ídolo como referência para o desenvolvimento de jovens atletas.

042-001Jorge Luiz Leite Fernandes foi um dos grandes ídolos na minha geração. Em janeiro de 83 ele já era medalhista olímpico, após abrir o revezamento que conquistou o bronze em Moscou. Havia um ano que quebrara os recordes brasileiros absolutos dos 100m e dos 200m livre no Troféu Brasil, com 51s21 e 1m51s33. Lembro-me de assistir a notícia e imagens no Globo Esporte. As marcas que permaneceram até 1990 quando Emanuel Nascimento e Cristiano Michelena, respectivamente, quebraram esses recordes.

Jorge é um cara grande, estava no auge da forma física na preparação para o Troféu Brasil e Pan de Caracas. Imaginem a percepção de um garoto de 13 anos, ainda franzino, ao ver um ídolo. Foi o máximo!

Fiquei observando a natação dele. O treino incluiu alguns tiros de 25 metros. “Dalty…”, gritava de cima da baliza para chamar o saudoso Daltely Guimarães que dividia a atenção com outros atletas. “25” – gritava Jorge. Dalty levantava a mão direita mostrando o cronômetro, sinal que a saída estava liberada e lá ia Jorge para um novo tiro.

Anos depois, tive a satisfação de integrar a Seleção Brasileira que foi a Copa Latina de 89, em Nice, na França e participar de outras duas viagens internacionais proporcionadas pelo Projeto Mesbla de natação, em 88, para o Sundown Swim to Seoul em Mission Bay, na Florida e para uma semana de treinos na University of Texas, sede dos Longhorns em Austin junto com Jorge. Foi uma grande realização.

Voltando ao Vasco, de todas as provas que assisti, tenho outras boas lembranças e as mais marcantes estão listadas a seguir:

  • A final de 200m borboleta – juvenil B masculino
  • A raia arrebentada no meio da final dos 200m peito – juvenil B masculino
  • A estratégia da vencedora dos 200m livre – juvenil A
  • O misterioso resultado dos 100m peito – juvenil A masculino
  • As vitórias de Priscila Grocoske e Luiz Fernando Graczyk, atletas do rival Clube do Golfinho, nos 100m e 1500m livre
  • A emoção do técnico ao assistir a vitória de sua atleta nos 100m borboleta – juvenil A feminino
Priscila Grocoske

Priscila Grocoske avança para o ouro nos 100m livre Juvenil B (acervo família Grocoske)

São boas histórias. Umas com aprendizados, outras apenas curiosas, mas que precisam ser enriquecidas com detalhes e como o post vai ficar muito longo, optei em contá-las na próxima 5a feira.

Então vamos fazer assim: se você tem lembranças dessa competição não relacionadas a essas provas, já compartilhe conosco nos comentários e deixe as lembranças relacionadas a essas provas para 5a. E tomara que os atletas citados também venham enriquecer essa experiência registrando suas percepções.

Forte abraço a todos,

Fernando Magalhães

Sobre Fernando Cunha Magalhães

Foi bi-campeão dos 50m livre no Troféu Brasil (87 e 89). Recordista brasileiro absoluto dos 100m livre e recordista sulamericano absoluto dos 4x100m livre. Competiu pelo Clube Curitibano (78 a 90) e pelo Pinheiros/SP (91 a 95). Defendeu o Brasil em duas Copas Latinas. Foi recordista sulamericano master. Trabalha como gerente da Academia Gustavo Borges e consultor da empresa Vendas 3i. É conselheiro do Clube Curitibano.

21 comentários em “Vasco da Gama 1983 – Meu 1º Julio de Lamare

  1. rcordani
    3 de junho de 2013

    Muito legal, Esmaga.

    Eu ainda era infantil, mas estive nesse JD do Vasco com meus pais assistindo a minha irmã. Lembro de ir de ônibus de linha para São januário, que era longe pra dedéu. O CPM tinha uma equipe exclusivamente feminina, não por que não existiam homens, é que a gente era peba mesmo.

    Lembro bem dos 100 e 200B juv B, vou deixar para comentar na quinta feira.

    • Lelo Menezes
      3 de junho de 2013

      O CPM sempre teve muita tradição no feminino com revezamentos inclusive campeões brasileiros (acho). Já o masculino, de nome nacional, tinha só você e em menor escala o Rodrigo de Camargo Barros (esse até somente o Juv. A). Porque será? Alguma teoria? Ou coinscidencia mesmo?

      • rcordani
        3 de junho de 2013

        Lelo, nosso reveza masculino foi finalista dos MBs de 1980, 1981 (esse eu não estava no MB, perdi a eliminatória) 1982, e nos JDs de 1984 (eu não estava no reveza, perdi a eliminatória), 1985 e 1987. Ou seja, a gente era peba, mas nem tanto assim. E faltou o sr. mencionar a medalha do Luiz Claudio Toledo, bronze nos 200 costas de jan 1984.

        Agora, as meninas eram muito melhor que a gente, sem dúvidas.

    • Fernando Cunha Magalhães
      3 de junho de 2013

      Valeu Cordani!
      Interessante vc sair de SP e ir assistir a competição no Rio, mesmo que seus pais estivessem indo, sempre haveria uma tia, amigos ou avós para vc ficar. Há um interesse evidente nisso, que deve ter tido impacto na sua trajetória de atleta e certamente teve em sua performance como blogueiro.
      Na contra-mão desse exemplo, me surpreendi quando fui ao Curitibano assistir as finais de campeonatos brasileiros, um há poucas semanas e outro no final do ano passado e perceber que havia pouquíssimos atletas das categorias mais novas acompanhando a competição.
      Acredito que não percebam que é uma ótima oportunidade de aprendizado.

      • rcordani
        3 de junho de 2013

        Imagine meu pai e minha mãe conversando.

        U: onde esse menino (eu) vai passar as férias?

        L: vendo os treinos no CPM e depois indo assistir a competição. É o que ele mais gosta de fazer.

        E era verdade. Quem devia gostar era o Pancho, que ganhava um auxiliar de graça.

  2. Cristiano Viotti
    3 de junho de 2013

    Smaga, esse ranking dos 100livre e os outros nomes de grandes nadadores da nossa geracao me fizeram viajar para esse periodo do JD de 1983. Naquela epoca, Andre Pereira dominava nao so os 100, mas tambem os 200 e os 400 livre no Juv A. Lembro muito bem dele, ate por que fechei o podium dos 400 em terceiro, atras do Herzerhaunt. Nomes como Shinzato, Ruben Triles, Cristiane Pereira, Vacari e outros ja dominavam suas provas desde o infantil, quando nao desde o petiz ou memos o esquecido mirim, categoria na qual a Gama Filho ja brilhava intensamente. Como eu tambem comecei muito cedo, acompanhei toda a evolucao destes craques atraves deste ranking nacional muito bem feito e que esperavamos com ansiedade em BH. A partir do juvenil A, alguns mitos comecaram a cair e alguns eternos “nono e quarto lugares” comecaram a ganhar provas. Justamente o meu caso, que nesse JD chorei muito abracado com meu irmao mais velho, tambem nadador (Luis Eduardo), cobertos por uma toalha molhada para nao dar tanto a vista, assim que subi aquela longa arquibancada, ainda molhado, logo apos a minha vitoria nos 200 costas, seguindo por outro lider de ranking da Gama Filho e do irmao mais novo do Julio Teixeira de Bauru (esqueci os nomes, me desculpem). Nao era todo dia que o MTC ganhava o ouro naquela epoca. Tinhamos Rita de Cassia e Marcos Mattioli de quem esperavamos sempre medalhas de ouro. Confirmei, no ultima dia, a otima fase e o excelente treinamento do Jose Thomas Vilhena, grande motivador e amigo, e levei o ouro nos 100 costas. Guardo as tres medalhas com o Vasco da Gama em 3D com o maior carinho e todos os momentos deste campeonato como o comeco de uma decada de bons resultados e oportunidades de representar o pais nas piscinas. Grande abraco!

    • Fernando Cunha Magalhães
      3 de junho de 2013

      Cristiano, meu amigo, um grande prazer perceber as emoções que surgiram após a leitura do meu texto.
      É de lá minha primeira lembrança da sua natação. Uma natação vencedora. Lembrava dos ouros nas provas de costas e o bronze nos 400 livre foi uma surpresa na atual releitura dos resultados.
      Não sei se vcs também estavam no CEFAN mas lembro que ao final de uma das etapas, quando vc já havia vencido os 200 costas, vc pegou uma carona no nosso ônibus, acredito que com sua mãe. Fiquei só observando e não esqueço de uma curiosidade deste campeonato. Estavam vendendo camisetas com os dados da competição, porém a estampa era de um surfista dando uma “batida” numa onda que vinha se quebrando. E foi ali no ônibus que ela te deu uma dessas de presente. Lembra disso?
      Outra coisa: tá fácil de encontrar essas medalhas?
      Tira uma foto e me manda que terei o maior prazer em incluir no post com créditos às suas conquistas.

  3. Rodrigo M. Munhoz
    3 de junho de 2013

    É estranho como estas descrições de competição do Esmaga me causam um certo frio na barriga… Eu nem fui neste JD, mas varios nomes são conhecidos e praticamente lendários… Lembro de ouvir histórias desta competição, contadas pelo meu técnico da época, o Sidão e dois atletas mais velhos que eu: Pier Angelo Delicato e Roberto Andreghetto da Luso de Bauru. Memórias por tabela devem ser um um efeito colateral do Epichurus :-). Grande abraço!

    • Fernando Cunha Magalhães
      3 de junho de 2013

      Certeza Munhoz.
      Do Pier só lembro o nome, mas coincidentemente bati uns papos com o Andreghetto nas arquibancadas do Vasco e lembro dele nadando algumas finais, inclusive a dos 400m livre em que o Cristiano acaba de registrar que foi bronze.

  4. Lelo Menezes
    3 de junho de 2013

    Excelente como sempre Esmaga! Assim como o Munhoz, mesmo sem estar lá, fiquei com aquele frio na barriga relembrando meus Julios Delamares.

    E to curioso pra casseta pra saber o mistério dos 100m peito!

    • Fernando Cunha Magalhães
      3 de junho de 2013

      Legal Lelo, vc vai gostar das histórias da 5a feira.

  5. Jorge Fernandes
    3 de junho de 2013

    Simplesmente sem palavras para definir o Esmaga…
    Da mesma forma em que acham que fui inspiração, ver o pessoal novo chegando junto, encarar sem medo os velhinhos, e ainda conseguir viajar com eles, foi muito gratificante, pois presenciamos uma renovação necessária, e acompanhamos o caráter dos mesmos, o que me deixou alegre pois o Esmaga foi (e ainda o é) um verdadeiro “gentleman”.
    O Esmaga é dos poucos em que posso considerar amigo.
    Obrigado pelas palavras gentis.

    E pra não perder o bonde, meus 2 primeiros JD vieram à lembrança:
    – o 1º em Brasília (Janeiro 74, eu com 11 anos) após minha primeira crise de tendinite nos ombros, onde passei a nadar mais nado livre, se não me engano peguei final nos 100 e 200 livres, 100 golfinho e 200 medley… acho que fui vice nos 100 e 200, 3º no golfinho e medley (não tenho certeza absoluta)… mas o melhor foi a viagem pra fora do RJ, de onibus, e o trote onde me rasparam metade da cabeça (tipo o Larry dos 3 patetas),
    – o 2º foi em Curitiba (Janeiro 75) eliminatória do Sul Americano… ganhei os 100 e 200 livre, mas o mais engraçado foi nos 200 medley, onde o Ivan Celjar era o franco favorito ( e ele ganhou), mas na parte final (livre) ele respirava para o lado oposto onde eu estava… quando ele tocou na placa e virou pro lado, me viu em cima da raia sorrindo pra ele… ele ficou pasmo ao me ver rindo, mas ele me ganhou por batida de mão… e ele desesperado procurando saber do resultado… no Sul Americano nadamos a prova e ele foi bem melhor que eu… nessa época eu já não podia nadar muito o golfinho (foi o meu primeiro estilo que aprendi, e que adorava nadar e meus resultados para a idade eram muito bons… até meus 11 anos) por causa do meu ombro, que me obrigou a ir para o nado livre…

    • Fernando Cunha Magalhães
      3 de junho de 2013

      Agradeço Jorge.
      Curioso seu 1o JD aos 11 anos. Com o tempo vão acontecendo os ajustes nas faixas etárias das categorias. E nada mau 4 pódios pra começar. Nessa época você era do Tijuca, correto?
      Em 75 em Curitiba vc lembra em que clube foi? A piscina olímpica do Curitibano foi inaugurada em 74, a do Golfinho em 79, mas havia a do Colégio Estadual e a do Colégio Militar. Nesse você faturou logo 2 ouros. Legal!
      No CC os trotes não eram tradição. O único que levei foi nesse JD: pasta de dente no rosto enquanto dormia. Lembro que os calouros do Flamengo sempre vinham de cabeça raspada para os JDs.
      Não lembro de ter te visto em ação em provas de medley mas em borboleta, vi vc faturar uma prata nos 200m num Finkel em Curitiba.
      Abraços e obrigado por compartilhar suas lembranças.

      • Jorge Fernandes
        4 de junho de 2013

        isso aí Esmaga… foi no Curitibano mesmo… e na época era do Tijuca… saí no 2º semestre de 81 e fui para o CRF…
        meu primeiro estilo foi golfinho sim… e na época era comum sempre forçar categorias em competições… lembro que com 11 anos recém completados acho eu, fiz 2m40s nos 200m, nadando um torneio de infantil (11-12 anos), só perdendo pro cara que já tinha 12 anos e faria 13 no final do ano…
        com relação aos trotes, sempre era feito em grupo, com todos reunidos e na paz, e com envolvimento de todos… só uma vez que voltando de uma viagem (ainda no TTC), pegamos um “fujão” durante as férias quando ele jogava bola… invadimos o campo, cercamos ele, e cortamos ali mesmo… foi um show… o melhor de tudo foi ele sair chorando e dias depois quando voltamos aos treinos a mãe dele veio reclamar… kkkk…
        o fato de nadar medley foi uma opção pelo problema no ombro, pois como não podia forçar a articulação, passei a treinar outros estilos, e me saía razoávelmente bem quando treinava os estilos, mas depois com a melhora no crawl (alguém ainda lembra desse termo para o nado livre ?) deixei de lado o treino dos outros estilos… só de vez em quando arriscava o golfinho, e em treino gostava de desafiar o pessoal de peito, pois em 50m eu tinha velocidade o suficiente pra dar couro no pessoal (fazia 30seg)… rsrsrs
        e esse Finkel em Curitiba, que nadei 200 golfinho, só lembro que fazia um frio do capeta e que nadei pra fazer pontos pro CRF… nem da colocação me lembrava mais…
        acho que quando quiser me lembrar de alguma coisa vou te perguntar…

        como no futebol Nilton Santos é considerado como a enciclopédia do futebol, por merecimento, declaro você como a Enciclopédia da Natação Brasileira !!!

        abs…

      • Fernando Cunha Magalhães
        4 de junho de 2013

        30s no 50 peito???
        Sorte do Chico e do Maviael que vc não apostou nesse estilo.

        Sobre esse Finkel dos 200borbo, foi em 83, a lembrança é marcante porque vc era a maior ameaça ao colega Olival de Oliveira Jr, o Pará, que garantiu o único ouro do CC na competição. Bronze para Zé Moura.

        Nilton Santos da natação brasileira… gostei, se ninguém contestar, fico com título.

        abs

      • charlaodudo
        5 de junho de 2013

        Se o Jorge nadasse as provas de peito ele não iria mais ter o tempo de descanso antes das provas de livre e isso seria ruim para o desempenho nas provas nobres da natação.

  6. charlaodudo
    5 de junho de 2013

    Smaga, revela logo o que aconteceu nessa prova de 200 peito? A raia areebentou pois ainda era permitido para os nadadores de clássico darem uma apoiada na raia para descansar um pouco?

    • Fernando Cunha Magalhães
      5 de junho de 2013

      Calma Charles, às 00h01 da próxima madrugada teremos a revelação.

      • Jorge Fernandes
        5 de junho de 2013

        enciclopédia sado-maso… kkkk… gosta de torturar né ?

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