Epichurus

Natação e cia…

Galgando um degrauzinho – 100P Finkel 1993.

Santos, dois de julho de 1993. Como dizíamos, a banqueta para a segunda prova do programa (200 Peito) estava agitada naquele Finkel, ainda mais que na prova anterior Gustavo Borges tinha batido o recorde mundial de 100 Livre.

Nos 200 Peito, ninguém queria bater recorde mundial, eu mesmo acho que nem sabia quanto era, mas no recorde brasileiro do Alex Hermeto a moçada estava de olho, inclusive o próprio. Eu melhorei bem o tempo do Paulista, fiz uma prova decente, meti 2:21, disputei o quarto lugar com o Munhoz e o Gustavo Lima (Alemão), mas acabei desclassificado por uma alegada pernada de crawl na filipina, que me deixou puto bravo mas nem tanto, afinal eu não tinha pego medalha. E conforme as expectativas de todo mundo Oscar Godoi liderou a prova desde os 100m e ganhou com uma certa facilidade, estabelecendo novo recorde brasileiro, enquanto Lelo e Hermeto disputaram a prata braçada a braçada, com vantagem para o paulista.

Sobre a prova, Oscar Godoi recordou o seguinte:

Não me lembro se estava na raia 3 ou 5.  Sai com minha estratégia de 1-4-2-3, lembro muito bem que nos primeiros 50 estávamos todos juntos mas no segundo 50 acabei um pouco atrás, na prova não sabia quem era, mais sabia que precisava de um terceiro 50 muito bom, dos 100 para os 150 dei o pulo e me lembro de estar super bem até os 175 virei e deu aquela encurtada, bati a mão confiante da vitoria,  fiquei muito surpreso de ver como foi perto, realmente não tive esta sensação durante a prova, e o melhor foi escutar o Xavier podemos pre anunciar que o nadador acaba de superar o recorde brasileiro…

200_P_F_1993

(O filme com a íntegra dessa prova você pode conferir aqui.)

Os 100m Peito

Decepcionado mas nem tanto, me despedi do estilo peito e comecei a pensar nos 400 medley (no qual fui oitavo), mas dentre os peitistas o que não passou despercebido foi a boa forma do Lelo, e o raciocínio era simples: se o cidadão não havia treinado muito e tinha ido assim tão bem nos 200P (melhorou 3s), a lógica dizia que nos 100 peito ele iria incomodar mais ainda. Não obstante, Oscar continuava muito confiante, e assim se lembrou do episódio mais de 20 anos depois:

Nos 100 peito classifiquei já com o recorde brasileiro, e queria o sul americano, quando cheguei para aquecer pulei na água nadei 50 mts, dei 1 de 12.5 e tive aquela sensação que so quem foi nadador sabe como é, quando você sente muito bem, virei para o Alberto e disse acabei, ele riu e eu sai da água, fui tomar um sol pois gostava de ficar um pouco no sol para dar aquela relaxada.

Lelo Menezes lembra que nadou a eliminatória controlando e ao chegar estava com medo de ter ido muito fraco. Inseguro, olhou para o William, que lhe mostrou 3 dedos. Lelo pensou “boa, meti 1:05.3, garanti final”, e depois ficou muito surpreso ao constatar que havia feito 1:03 alto pela primeira vez na vida.

Consultado, Rodrigo Munhoz declarou que não lembra de nada.

Como mencionado, eu não nadava 100 peito mas os 400 medley era a prova seguinte e eu estava por ali na banqueta dos 100 peito e lembro que estava saindo faísca entre o Lelo e o Oscar. Assisti dali mesmo essa prova, que foi sensacional conforme as expectativas. O recorde brasileiro era do Cicero Torteli, 1:03, e Lelo e Oscar fizeram uma prova muito disputada e pela primeira vez no Brasil nadou-se na casa do 1:02. Volte no tempo e assista abaixo o filme (4:45) que JGM guardou para nós.

Resultado_100P_Finkel_1993

Conta Oscar: “Fiz uma grande prova, lembro que acabei queimando a primeira saída, sempre tentei adivinhar o primeiro, na segunda sai muito bem e de novo me pareceu que estava bem na frente sem realmente sentir a presença de ninguém me ameaçando, acabei ganhando com o recorde sulamericano e de novo receber a homenagem do Xavier, isto não esqueço.  Acabei fazendo um dos 10 melhores índices técnicos nos 100 e fui convocado para o mundial de Mallorca.

Apesar da prata Lelo teve um desempenho espetacular, nadando abaixo do RS. Sobre seu bom resultado, assim contou Lelo:

Minha teoria é que os 3 meses levado “nas coxas” na verdade me “curaram” de um over-training de anos. Ter pegado leve nesses 3 meses foi praticamente um polimento de luxo! Sem saber, acabei chegando pela 1a vez na vida num nível de descanso que os treinos intensos dos anos anteriores nunca permitiram. Esse Finkel de 1993 com certeza prolongou minha carreira por uns bons 2 anos. 

No pódium, os três primeiros colocados da prova.

Finkel_1993_podium

Lelo, Oscar e Alemão.

Na saída da premiação, o presidente da CBDA Coaracy Nunes chamou Oscar e Lelo de lado e congratulou-os por finalmente o Brasil ter não só um mas DOIS nadadores com tempo adequado para nadar o revezamento 4 estilos do Brasil. Um acaso do destino mudou o curso da história, nas palavras de Oscar:

A competição acabou no Domingo com o Pinheiros ganhando o revezamento 4x100M com recorde sul americano.  Fomos para São Paulo e na mesma noite resolvi pegar o carro e ir de volta a Rio Preto.  Acabei sofrendo um acidente e quebrando meu fêmur, tive uma fratura composta, o fêmur da minha perna se estilhaçou em mais de 12 pedaços.  Neste momento terminou uma fase da minha carreira e recomeçou uma outra, agora um pouco mais experiente e com uma grande lição de humildade.

Por causa desse lamentável acidente Lelo ganhou a vaga para o mundial, caso já mencionado com detalhes nesse post. Apesar de (olhando hoje) a substituição ter sido inevitável, na época Oscar ficou bastante chateado, conforme ele mesmo conta:

Fiquei chateado de terem me substituído pelo Lelo na seleção do mundial, e deste momento em diante não queria nem pensar em perder para o Lelo, e aí começou uma rivalidade muito grande.  Hoje refletindo, e por causa da nossa rivalidade o Lelo e eu nunca tivemos uma conversa fora das piscinas, nossas conversas foram limitadas a alguns frios parabéns ou boa sorte antes e depois das provas.

Estando ali dentro fui testemunha dessa rivalidade, mas vejam vocês como são as coisas com a perspectiva do tempo e a supervisão de Epicuro. Em um post de 2012 Lelo e Oscar chegaram a conversar aqui pelo Epichurus, quando esse episódio de 1993 foi citado.

Valeu Oscar! Acho que é por aí mesmo. Gosto de pensar, talvez com uma pitada de prepotência que aquele nosso 1″02 de 1993 abriu o caminho para que o peito deixasse de ser o “patinho feio” da natação brasileira para hoje ser talvez o estilo mais competitivo do nosso pais junto com o livre, culminando com o Felipe França agora tendo reais chances de medalha olímpica. É uma pena e uma injustiça que a CBDA não tenha levado um nadador de peito sequer para as Olimpíadas durante toda a década de 90! Obrigado pelo comentário e apareça mais vezes por aqui. Abraços!

Sou meio suspeito para dizer, mas acho que o pensamento do Lelo mencionado acima não foi prepotência. Sim, sei que os tempos de Oscar e Lelo em 1993 não eram nem superiores aos do Chicão, Hermeto e Torteli em longa, mas (como dissemos) já fazia algum tempo que o nado de peito estava estagnado, e um ranking mundial da FINA de 100m Peito de junho a outubro de 1993 mostra que (ao menos em piscina curta e nesse curto período) estávamos evoluindo. Galgamos um degrauzinho!

E já que estamos falando desse maravilhoso estilo clássico, acompanhe na galeria abaixo a linha evolutiva do nado de peito no Brasil:

Voltando a Santos: parabéns Oscar e Lelo pelas belas provas e sobretudo ao Oscar pelos recordes brasileiros e sulamericanos.

Quanto a mim, depois do relativo fiasco resolvi fazer estágio em geofísica fora de São Paulo no segundo semestre de 1993 e me formei em dezembro, deixando de ser nadador “profissional”.

Já Rodrigo Munhoz, consultado, saiu-se com essa:

Finkel de 1993? Eu nadei?

Sobre rcordani

Palmeirense, geofísico e nadador master peba.

24 comentários em “Galgando um degrauzinho – 100P Finkel 1993.

  1. Paoletti Filippini
    4 de março de 2015

    Meninos,

    Que sensacional!

    Já falei diversas vezes do quanto essas narrativas ajudam a minha mente (já bem visual), a voltar no tempo, mas tenho que admitir que sou do time do Munhoz (o Rodrigo kkk), tenho pouquíssimas lembranças e elas não tem a riqueza de detalhes que vocês conseguem indicar.

    Sinto uma ponta de inveja uma vez que foram anos tão ricos da nossa adolescência. kkk

    Acho que lembro mais das dores dos treinos (principalmente do Munhoz, o Zé kkk ) do que das alegrias das competições.

    Um beijo e sigo aqui acompanhando assiduamente!

    • rcordani
      4 de março de 2015

      Olá Paoletti, obrigado.

      O Nenê contava sempre várias histórias do Zé Munhoz, por onde ele anda?

  2. Rodrigo M. Munhoz
    4 de março de 2015

    Excelente texto!
    Acho que concordo com a tese inicial do título. Os resultados do Oscar e do Lelo foram um ponto de inflexão, apesar de que a evolução da “Máfia do Peito” começou tímida e só nos anos 2000 acelerou a arrancada no nivel internacional, certo?
    Além disso, o post realmente preenche umas lacunas na minha memória…Aliás, estou ficando preocupado, pois não lembrava de ter dito que não lembrava!
    Uma hipótese para este “branco” é que fui bem mal nos 100P, minha prova favorita, enquanto dei meu melhor na tenebrosa prova dos 200P … estranho. Posso usar a desculpa de overtraining também? Pior que o Lelo provavelmente estava certo quanto a isso!
    No final do ano seguinte, 1994 eu pararia de nadar seriamente, após me formar e começar o trabalho como trainee no WalMart nos EUA. Fiquei treinando ainda, mas boltar a competir mesmo, só depois de uns anos no Master, quando voltei para o Brasil.
    Agora, pernada de crawl na filipina… que feio, hein? 🙂
    Um abraço!

    • rcordani
      4 de março de 2015

      Com relação à pernada de crawl, eu tenho a nítida sensação de achar na época que o juiz sacaneou, essa foi uma das desclassificações que eu tive que (na época) considerei injustas.

      Mas pensando bem, por que o juiz iria me sacanear, um pobre quinto lugar ali na raia 1? De forma que pensando hoje, na real o juiz devia estar apenas fazendo seu trabalho e eu devo ter perdido a união das pernas, o que causou a DQ.

      Com relação à sua memória, não é que ela seja ruim, é que você provavelmente se lembra de outras coisas, temperaturas de água, cidades visitadas (e ano), momentos cariocas e bauruíbas, basta ler seus posts.

  3. Oscar Godói
    4 de março de 2015

    Parabéns Renato texto muito bem escrito. Primeira vez que tive a oportunidade de ver a prova, foi muito mais próxima do que eu lembrava, ainda bem que o Lelo foi para balada em Ribeirão, pois ele Lelo estava rápido. Outra boa foi que o vídeo me lembrou do grito do pessoal do Pinheiros “cade o minerao uh eu detonei, …” Sempre bom provocar o pessoal do minas, você não concorda Piu

    • rcordani
      4 de março de 2015

      Obrigado Oscar.

      Veja como a descrição da prova de 100 que você lembrava foi bem diferente da real, né? O Lelo virou os 75 na frente e você só o passou nos últimos 10m! Isso acontece bastante com a nossa memória, visto de 2015 os anos de 1993, 1994, 1995 ficam bem misturados, e como os Finkels eram quase sempre no Inter dá essa confusão.

      Realmente uma pena o seu acidente, que bom que deu tudo certo depois, com o RB de longa de 1995 e etc! Você fica devendo nos contar a história do Pan de Mar del Plata e das sua esperança olímpica para 1996, quando você achou que ia dar e quando caiu a ficha que não deu.

      Grande abraço

  4. Lelo Menezes
    4 de março de 2015

    Excelente texto! Foi realmente um Finkel memorável por todas as circunstâncias envolvidas. Embora eu tenha saído com duas pratas, fiquei muito feliz com os tempos. 1’02 nos 100m peito era um resultado bem expressivo pra época e como aconteceu de maneira bem surpreendente foi ainda mais especial.

    Como eu já disse antes, eu nadei o NCAA de 1993 (em Março) com bons resultados, nada mais. Treinei forte, mas mais por obrigação do que por vontade pra essa competição. Aquele foi um ano bem difícil pra mim. Eu não conseguia mais treinar com a mesma motivação de outrora. A péssima participação na eliminatória das olimpíadas de 1992 (onde eu fui com a convicção de nadar pra 1’04) acabaram com meu psicológico que por alguma razão que merece um post futuro (embora eu tenha que fazer uma auto análise mais forte) nunca voltou aos patamares pré-1993.

    Eu hoje por exemplo não consigo explicar porque esse resultado (de 1’02 no Finkel) e posteriormente a excelente performance no Mundial de Palma de Mallorca não me motivaram a tentar uma vaga olímpica em 1996. O sonho olímpico pra mim acabou em 1992. Estranho isso! Alias, eu só nadei as eliminatórias dos jogos olímpicos de 1996 por muita insistência do William (Lima) e sem a mínima motivação ou esperança de bom resultado. Treinei sozinho pra essa eliminatória e pra ser honesto eu nem lembro dos meus resultados. Só tenho na memória que nadei os 200m peito sozinho (porque nadei os 200m peito?? Só Deus sabe).

    Excelente o vídeo do 100m peito! Eu não assistia há muitos e muitos anos e não lembrava de quão disputada foi a prova. Prova bem bonita por sinal!

    Legal você ter pegado os relatos do Oscar e tudo que ele falou bate com a minha impressão. Ele sempre me passou a imagem de ser muito focado em resultado e não parecia fazer questão de socializar com os adversários. Era o jeito dele mesmo! Ele sempre comemorava demais as vitórias, já eu era bem o contrário. Gostava de ficar mais na minha nessa sentido. Se pegar o vídeo (já postado aqui no Epichurus) do meu recorde brasileiro no Finkel de 1995 ou do título do Troféu Brasil em 1994, eu praticamente não comemorei (por fora). Por dentro eu transbordava de orgulho. Quem consegue não se emocionar com o “pré-anunciar” do recorde pelo Mário Xavier?! Eu sempre considerei o Oscar um grande adversário, talvez o maior que tive no Brasil. Só tínhamos temperamentos bem diferentes. Quem sabe da próxima vez que ele vier ao Brasil a gente não marca um Happy Hour com toda a turma do peito para relembrarmos dessas e outras e falarmos mal da falta de memória do Munhoz ou do LAM de um modo geral. Alias, pode chamar também o Osmar, irmão do Oscar, de quem sempre gostei muito!

    Abraços

    • rcordani
      4 de março de 2015

      O Oscar se não me engano está morando em SJ Rio Preto, então o churras tá mais fácil. Só que o cidadão tá treinando triathlon, então não vai dar nem para fazer treino conjunto – hehe!

      Com relação a comemorar, eu era do tipo que comemorava bastante, comemorava até bronze e melhora de tempo, e gosto da teoria do Esmaga de que as nossas comemorações valorizam a vitória dos outros. E o sr. de facto ganhava e ficava ali com cara de planta! Uma comemoração estranha era a do Benasayag, quando ele estava na frente ele mal chegava e já saía da piscina!

      Quanto ao vídeo, deu trabalho. O chegado dividiu cada VHS em VOBs, e os 100P ficou dividido em dois VOBs diferentes, tive que editar, como não sou profissional dá para ver a emenda ali pelos 60-65m de prova, sem contar o atraso do som com relação à imagem. Aliás essa prova de 100P foi sensacional mesmo.

      Só fico com vergonha alheia da papagaiada do Jornal Nacional, que fase da Eleonora!

      • Oscar Godói
        6 de março de 2015

        Estou em Barueri e meu irmão em Santa de Parnaiba portanto e só marcar para tomarmos umas e contar uns causos. Abraço

  5. Marina Cordani
    4 de março de 2015

    Também tenho inveja da memória de vocês, para não falar dos resultados obtidos! Sou do time do Munhoz e da Paulette (da memória, não dos resultados!).

    • rcordani
      4 de março de 2015

      Marina, parte importante do segredo das nossas memórias é que a gente se conversa muito (muito mesmo) por email e fala sobre essas provas quase diariamente, as histórias são contadas e recontadas, e são sempre as mesmas. Essa de 1993 por exemplo, só nos comentários do Epichurus o Lelo já contou umas 20 vezes, e quando eu ia escrever esse post eu até consultei o Oscar, mas o Lelo nem precisei consultar.

      Já o Munhoz, consultado, declarou: não lembro de nada!

      Bjão

  6. Fernando Cunha Magalhães
    4 de março de 2015

    Pensei que fosse nessa prova que após a vitória o Oscar colocou o dedo em riste em frente aos lábios e fazia: “SHHH!!! SHHH!!! SHHH!!!” virando para todos os lados da piscina. Até hoje não sei se aquilo foi para o Lelo ou para quem foi. Provavelmente pós acidente e alguém possa ter colocado em dúvida sua capacidade de recuperação, e ali houve a resposta.

    Estranhei o comentário do Oscar sobre a chegada dos 200m: “fiquei muito surpreso de ver como foi perto, realmente não tive esta sensação durante a prova,…” – assisti o filme e a vitória foi por larga vantagem.
    Sobre a contribuição dessa geração para evolução do nado de peito.

    Também achei legal ouvir o “Uh! Eu detonei, cadê o mineirão”, embora eu tenha mais saudades do “PQP, cadê o Minas ninguém sabe, ninguém viu!” e do Curupira.

    Legal também ver o Bog nadando na 8. Vou marcá-lo no Facebook.

    Sobre a contribuição dessa geração, foi muito boa! Pena os acidentes do Mineiro e do Oscar.

    Parabéns e obrigado pelo trabalho, meu caro Cordani. Post sensacional!

    • rcordani
      5 de março de 2015

      Acho que o sh-sh-sh foi um ano antes em Londrina, mas não tenho certeza. Vou checar, talvez esteja no baú do JGM.

      Verdade, nos 200P a chegada foi tranquila e bem na frente, nos 100P é que o bicho pegou e o Oscar só passou o Lelo no finzinho.

      Sobre o Mineiro, aguarde, teremos mais posts por aí!

      Grande abraço

      • Oscar Godói
        6 de março de 2015

        E memória do Magalhães, o sihhhh foi no ano seguinte o Finkel de 94 depois dos 100, foi para alguns que em 1993 de repente tiraram um diploma médico e disseram que nunca mais voltaria a nadar, entre este Domingo de 1993 e o 100 peito de 94 foram 3 cirurgias, um atropelamento, e muita água, por isso o desabafo. Abraço e obrigado pela lembrança. Abraço

      • Fernando Cunha Magalhães
        6 de março de 2015

        Legal Oscar!
        Muita pressão, frustrações e incertezas. Esforço, fé e superação. Compreensível o desabafo.
        Tomara que o Cordani encontre o vídeo.
        E sim, ainda cantam o Curupira. Vi outro dia na TV.

    • Bogodar Szpak Jr
      5 de março de 2015

      Muito boa Maga!!! Não me lembrava desta façanha, e com direito a final junto aos “feras”… Ao menos apareci na largada, rsrs… Abração!!!

      • rcordani
        5 de março de 2015

        Um abraço ao Bogodar, que no quesito “desclassificações sofridas” sofreu mais do que eu!

      • Bogodar Szpak Jr
        6 de março de 2015

        Grande Cordani!!!

        As desclassificações davam mais emoção, rsrs!!

        Abração!!!

      • Fernando Cunha Magalhães
        6 de março de 2015

        Alô Bog,
        Que bom que você veio.
        Bela filipina!

    • Oscar Godói
      6 de março de 2015

      “Curupira guariba sararaca itapeua, e força e raça e união Pinheiros Pinheiros campeão, ohhhh Pinheiros. ” Sabe se ainda cantam isso, faz tempo que não assisto uma competição no Brasil? Abraço

  7. jorge fernandes
    5 de março de 2015

    muito bom… ler os textos de voces é fantástico…
    principalmente porque após parar de nadar, acabei me afastando muito do convivio do pessoal da natação na década de 90… desta forma mato as saudades e me divirto lendo os “causos”…

    • rcordani
      5 de março de 2015

      Eu sei, Jorge, eu sei que você adora todos os detalhes da evolução do nado de peito! hehe

      • jorge fernandes
        9 de março de 2015

        não podemos elogiar… kkk

  8. Pingback: O elo perdido do nado peito (pré Finkel 1993) | Epichurus

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